JPN – JornalismoPortoNet https://jpn.up.pt Jornal Digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, da Universidade do Porto. Mon, 26 Jun 2017 10:05:51 +0000 pt-PT hourly 1 Portugal diz “presente” às meias-finais https://jpn.up.pt/2017/06/25/portugal-diz-presente-as-meias-finais/ https://jpn.up.pt/2017/06/25/portugal-diz-presente-as-meias-finais/#respond Sun, 25 Jun 2017 13:09:37 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320887 Não foram precisas contas. Sábado foi dia de goleada portuguesa. A seleção nacional derrotou por 0-4 a Nova Zelândia e carimbou presença nas meias-finais da Taça das Confederações.

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As botas pisaram o relvado bem apertadas de certezas. Certeza de que o empate era suficiente, mas a vitória era o caminho a seguir para garantir a qualificação da equipa das quinas. E assim foi. A fase de grupos passou e Portugal está nas meias-finais da Taça das Confederações.

São Petersburgo recebeu o terceiro encontro de Portugal em apenas sete dias. O onze titular mudou. Nada que tenha posto em causa a liderança do grupo A e o quarteto de golos assinados por Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva, André Silva e Nani.

Devagar se vai ao longe

Portugal só dependia de si e do seu querer para chegar mais longe na Taça das Confederações. A vontade esteve lá e o apuramento também. Mas, não precisavam de ter chegado atrasados.

Nos instantes iniciais, à incapacidade da seleção nacional segurar a bola à chuteira somou-se o primeiro remate neozelandês. Chris Wood, a quem os neozelandeses confiavam o golo, atirou de pé direito, mas Rui Patrício estava no controlo da trajetória da bola.

O cronómetro já marcava 26 minutos e, em jeito de resposta ao futebol direto, físico e sem criatividade imposto pelos “All whites”, Cristiano Ronaldo só não marcou porque estava lá o ferro para evitar o golo. O cruzamento de Ricardo Quaresma e a finalização do capitão foram a combinação de sinais necessária para os portugueses tomarem as rédeas do encontro.

Mesmo assim, o processo de construção ofensiva de Portugal demorou a ficar pronto. É que a Nova Zelândia, comandada pelo inglês Anthony Hudson, pressionou e equilibrou os pratos da balança até perto da meia hora. Havia de ser Cristiano Ronaldo a desequilibrá-los.

Estavam contados 33 minutos e, na área, Tommy Smith e Thomas Doyle impediam Danilo de chegar à bola. O árbitro norte-americano Mark Geiger assinalou penálti a favor da equipa das quinas. Cristiano Ronaldo não falhou o golo 75 de quinas ao peito. O que parecia um dia não para Portugal era, nada mais nada menos, do que uma aparência.

E quem melhor do que o miúdo de Pepe Guardiola para o provar? Bernardo Silva lá guardava o segredo das acelerações e dos desequilíbrios. Quaresma serviu com classe Eliseu e o internacional cruzou rasteiro para o golo do senhor Silva. Não há magia que resista tanto tempo escondida.

A Nova Zelândia ainda não estava convencida e mostrava não estar pronta para baixar os braços. O problema é que havia sempre um homem português no caminho da bola.

Mais e mais Portugal

Os sorrisos entre desmarcações a que a dupla portuguesa, Bernardo Silva e Cristiano Ronaldo, habituou o estádio Krestovsky não voltaram do balneário. Pizzi rendeu o camisola 10 e trouxe consigo a fluidez de jogo necessária.

Do banco para o relvado, apetecia dizer que era uma segunda parte em loop. Repartida e um tanto desinteressante. Porquê? Porque faltava aquele património de ideias táticas flexíveis o suficiente para apresentar soluções. Pelo menos, assim se esperava que acontecesse.

O que não se esperava era o cartão amarelo mostrado a Pepe. Um erro desnecessário que lhe custou a presença na meia-final da Taça das Confederações e que, à semelhança de Raphaël Guerreiro, troca as voltas a Fernando Santos.

Minuto a minuto, aquele Portugal campeão da Europa mostrava querer pintar a final das cores nacionais. Mas antes, um cruzamento perigoso de Thomas Doyle, na sequência de uma investida neozelandesa. A sorte de Portugal foi Chris Wood não ter chegado. Agora sim. Ricardo Quaresma, pelo flanco direito, dá a bola a Nélson Semedo que, num cruzamento perfeito, a coloca na cabeça de Ronaldo. Só faltou mesmo a finalização.

Sucediam-se as jogadas. Desta vez foi André Silva à passagem do minuto 63. O avançado de 21 anos, desmarcou-se entre os centrais, puxou a bola para o pé direito e o remate saiu à figura de Marinovic. O miúdo do AC Milan prometia, prometia e, pouco tempo depois, cumpriu mesmo. André Silva recebeu a bola e correu meio-campo até encontrar o caminho para o terceiro golo de Portugal.

Tempo para mais uma substituição. O capitão das quinas dá o lugar e a braçadeira a Nani dentro das quatro linhas. Portugal aproximava-se de um sistema de jogo em 4-2-3-1 e, numa investida por intermédio do camisola 17, valeu à Nova Zelândia uma defesa quase por instinto de Marinovic. Entrou a mostrar compromisso.

Mesmo assim, era certo que enquanto o tempo corresse, Wood prometia não dar descanso a Rui Patrício. Dito e feito. Mais um remate do avançado para uma defesa atenta do guardião nacional.

Aquele Nani de umas quantas linhas a cima marcou. Recebeu a bola em zona frontal, fugiu à pressão de Ingham e atirou cruzado para o quarto das quinas. Quem sabe não são estes os golos que nos vão fazer chegar à última página da história de Portugal na Taça das Confederações.

Contas feitas, Portugal é líder do grupo A com sete pontos, os mesmos do México. A Rússia é a terceira classificada com 3 pontos. A Nova Zelândia, por sua vez, ocupa o último posto do grupo, sem qualquer ponto conquistado.

A Alemanha ou o Chile são os possíveis adversários de Portugal nas meias-finais. A decisão é conhecida este domingo. As meias-finais jogam-se a 28 junho, pelas 19h00, hora de Portugal continental, na Kazan Arena.

Ao estatuto de campeão europeu pode juntar-se o título inédito na Taça das Confederações. Em território russo, Portugal não quer parar de sonhar.

“Sabíamos bem aquilo que queríamos. Passar em primeiro”

Danilo Pereira esteve sempre lá quando foi preciso e desempenhou um papel importante na goleada portuguesa. Na flash interview, o médio do FC Porto reforçou a motivação da equipa no jogo das meias-finais e garantiu que, face às recentes lesões e castigos no plantel, Portugal tem “um grupo muito competente. Quem quer que jogue vai estar preparado para as adversidades”.

O mesmo disse Nélson Semedo: “Temos um lote de 24 jogadores e estão todos preparados para jogar”. A prestação da Nova Zelândia não passou despercebida ao defesa-direito: “Tivemos a humildade e o respeito sobre a Nova Zelândia, uma equipa com muita garra e determinação”, mas “sabíamos bem aquilo que queríamos. Passar em primeiro.”

Já Pizzi, realçou que “o mais importante agora é descansarmos bem e começarmos a preparar o próximo adversário. Quem vier será certamente um adversário complicado, mas nós estamos fortes e preparados para conquistar uma vitória.”

Fernando Santos começou por dizer que acredita nos seus jogadores, independentemente de quem jogue. “Procuro fazer uma rotação, mas sempre com um padrão na minha equipa”, concluiu. No que diz respeito às meias-finais, o técnico assumiu que “a partir de agora são finais e as finais são para se ganhar”. A fórmula? “Sermos iguais a nós próprios.”

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Ao minuto: Nova Zelândia 0-4 Portugal (resultado final) https://jpn.up.pt/2017/06/24/ao-minuto-nova-zelandia-portugal/ https://jpn.up.pt/2017/06/24/ao-minuto-nova-zelandia-portugal/#respond Sat, 24 Jun 2017 13:57:39 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320868 Um ponto separa os campeões europeus das meias-finais da Taça das Confederações. Portugal pode mesmo perder frente à Nova Zelândia e seguir em frente. Acompanhe todas as incidências ao minuto no JPN.

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Concertos e condicionamentos da noite de São João https://jpn.up.pt/2017/06/23/concertos-condicionamentos-da-noite-sao-joao/ https://jpn.up.pt/2017/06/23/concertos-condicionamentos-da-noite-sao-joao/#respond Fri, 23 Jun 2017 18:27:44 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320846 São João no Porto é sinónimo de gente na rua. Tanta que a marginal fecha à circulação automóvel logo depois das 20h00. Não vai faltar palco para o bailarico na noite de São João.

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A noite de São João é a mais longa do ano na Invicta. Milhares de pessoas são esperadas nas ruas da Baixa e do Centro Histórico da cidade. Como tal, a Câmara Municipal do Porto preparou um plano de mobilidade que implica cortes integrais de circulação automóvel em algumas vias.

Na marginal do Douro, por exemplo, os carros estão impedidos de passar a partir das 20h00 no troço compreendido entre a Rua D. Pedro V até ao Freixo. A partir das 18hoo também é encerrado à circulação automóvel o tabuleiro inferior da ponte Luiz I, estrutura central do tradicional espetáculo piromusical da noite de São João.

Ao todo, estão previstos 16 minutos de fogo de artifício e música, este ano com o tem “Danças do Mundo”. A novidade, de acordo com a organização, é a de um ecrã pirotécnico que vai ocupar todo o arco da ponte e o uso de um sistema laser RGB que vai complementar os efeitos pirotécnicos. As autarquias do Porto e de Gaia repartem os custos do espetáculo orçado em mais de 50 mil euros.

Também a partir das 20 horas de 23 e durante a madrugada de 24, há condicionamentos de trânsito no perímetro do centro da cidade, na área delimitada pelas ruas de D. Pedro V, Álvares Cabral, Gonçalo Cristóvão ou S. Victor, entre outras. A Câmara desenhou um mapa que ajuda a perceber esses condicionamentos.

Quanto à diversão, que é a que marca o tom da festa, não vai faltar a música e o típico bailarico um pouco por toda a zona Ribeirinha. Na zona Oriental da cidade, a festa faz-se na Estação de Recolha dos STCP em São Roque da Lameira. Mas o grande destaque vai para a Avenida dos Aliados onde atuam Os Trabalhadores do Comércio e os GNR, estes últimos a partir da 01h00. O palco dos Aliados tem ainda agendados para sábado os concertos de Marta Ren e dos Clã.

Para tanto movimento, a rede de transportes foi reforçada. Metro, STCP e CP têm serviços especiais esta noite.

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Universidade do Porto prepara novo estatuto de Estudante-Atleta https://jpn.up.pt/2017/06/23/universidade-do-porto-prepara-novo-estatuto-estudante-atleta/ https://jpn.up.pt/2017/06/23/universidade-do-porto-prepara-novo-estatuto-estudante-atleta/#respond Fri, 23 Jun 2017 16:05:29 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320849 Foi publicada, em Diário da República, uma recomendação do Parlamento para que o Governo crie o estatuto de Estudante-Atleta. FADU acredita que a tutela vai avançar. No Porto, o estatuto existe há 10 anos e está a ser reformulado.

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Foi publicada esta quinta-feira, em Diário da República, uma recomendação do Parlamento dirigida ao Governo tendo em vista a criação do estatuto de estudante-atleta. Este estatuto é já uma realidade em várias instituições do país – entre as quais a Universidade do Porto – mas não em todas.

A resolução surge na sequência de várias propostas legislativas de diferentes grupos parlamentares que levaram o assunto da promoção da atividade física e desportiva no Ensino Superior à Assembleia da República (AR). Depois da aprovação dessas propostas em plenário, em abril, foi trabalhado um texto final que agora sai publicado.

Nesse texto, a Assembleia da República pede ao Governo que desenvolva um quadro regulamentar para estes estudantes – desportistas federados, fora do alto rendimento – e que faça um recenseamento do número potencial de  atletas abrangidos. A ideia é criar um estatuto “justo e uniforme” que contemple questões relativas a faltas ou entregas de trabalhos, exames e avaliações e os requisitos-base de prática desportiva para ter direito a essas condições. O Parlamento pede ainda que sejam envolvidos no processo as instituições de ensino, as federações desportivas, a Federação Académica do Desporto Universitário (FADU) e os estudantes.

Daniel Monteiro, presidente da FADU, está confiante que a recomendação vá ser adotada: “A FADU já recebeu a informação de que há a vontade deste governo em avançar com uma regulamentação do estatuto do estudante-atleta”, declara ao JPN.

A medida afigura-se necessária, no seu ponto de vista, apesar de já muitas instituições terem este tipo de estatutos.

“Em primeiro lugar, porque há algumas instituições que ainda não têm regulamentação própria e depois era quase que o estabelecer de condições mínimas para essa conjugação da vida desportiva com a vida académica. As instituições que quisessem ir mais longe poderiam fazê-lo, mas pelo menos haveria condições-base a que todas as instituições, públicas ou privadas, estavam obrigadas”, observa.

A FADU tem cerca de 10 mil estudantes federados.

“Podia ter-se ido mais longe”

No Porto, a visão do responsável pelo Centro de Desporto da Universidade do Porto (CDUP), Bruno Almeida, é a de que “podia ter-se ido um bocado mais longe” nesta recomendação.

A UP tem Estatuto de Estudante Atleta desde 2007 (e nem sequer foi a primeira do país; no Minho o TUTORUM foi criado em 2005) já o reviu em 2011 e tem em marcha um novo processo de reformulação.

A ideia-guia dessa revisão assenta na perceção de que os estudantes desportistas precisam de “um apoio mais continuado e mais efetivo” ao longo de todo o percurso académico e não só à entrada. E de que é preciso envolver todas as partes no processo – juntando à lista referida pela AR os clubes.

“A lógica não é facilitar a vida aos estudantes-atletas, é que o percurso académico deles não seja prejudicado. A lógica é apoiá-los para que eles não deixem ou de estudar ou de praticar desporto”, explica.

Bruno Almeida gostava de ver o estatuto revisto já a funcionar no próximo ano letivo, mas não garante que tal seja possível.

Desse renovado estatuto, o responsável revelou ao JPN que se tratará de um regime tutorial e que contempla quatro níveis distintos de estudantes-atletas, que vão do participante em provas universitárias aos atletas de alta competição.

Com o regime tutorial, é designado um tutor do estudante-atleta “que o acompanhe, que o ajude na escolha das unidades curriculares, que o oriente, que sabe quando é que ele tem períodos de preparação mais extrema e ajuda a adaptar a parte curricular” a essa circunstância, descreve ainda Bruno Almeida.

Na Universidade do Porto a obtenção do Estatuto de Estudante Atleta implica que o estudante represente a UP ou a sua associação de estudantes em provas reconhecidas pela instituição e tem também de obter determinados resultados desportivos. No ano letivo 2015/2016, o estatuto foi atribuído a cerca de 500 estudantes num universo que rondou os 800 participantes.

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Fase “Charlie” foi antecipada e isso significa que lançar balões de São João é proibido https://jpn.up.pt/2017/06/22/fase-charlie-antecipada-significa-lancar-baloes-sao-joao-proibido/ https://jpn.up.pt/2017/06/22/fase-charlie-antecipada-significa-lancar-baloes-sao-joao-proibido/#respond Thu, 22 Jun 2017 17:06:29 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320839 Período crítico de combate aos incêndios entra em vigor uma semana antes do habitual e coloca os balões de São João no radar das autoridades. Por lei, o lançamento é proibido nesta fase.

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Arranca esta quinta-feira, uma semana antes do habitual, o período crítico do Sistema Nacional de Defesa da Floresta, conhecido como a fase “Charlie” do combate aos incêndios, de acordo com uma portaria publicada em Diário da República. É a época do ano em que estão em vigor as medidas mais restritivas tendo em vista a prevenção de fogos.

Na prática, ações como queimadas, lançamento de foguetes ou de balões de ar quente estão proibidos nesta fase de acordo com o Decreto-Lei 124/2006. Diz o número 1 do artigo 29 que “durante o período crítico não é permitido o lançamento de balões com mecha acesa e de quaisquer tipos de foguetes”.

“Uma boa notícia”, na opinião de Marco Martins, presidente da Câmara de Gondomar e responsável pelo Comando Distrital de Proteção Civil. Uma boa notícia porque, só em Gondomar, o autarca estima que “90% das ignições na noite de São João tenham a ver com o lançamento de balões”.

No concelho, que só no ano passado perdeu 19% da massa florestal com os incêndios, é montado, há quatro ano,s um plano especial para esta noite. Um plano batizado a rigor – “Operação Balão de São João” – que passa pelo reforço do dispositivo.

Do outro lado do Douro, em Vila Nova de Gaia, o dispositivo também é reforçado porque as noites de São João põe “num verdadeiro reboliço” os bombeiros, como confessa ao JPN Vítor Primo.

Em 2016, os Sapadores de Gaia registaram 37 ocorrências ao longo da noite – “um número bastante elevado para a média normal” – e desses “alguns sustos”.
“Tivemos três ocorrências em contexto urbano com alguma gravidade. Uma aconteceu numa zona de armazenagem do Brico Depot que nos obrigou, de madrugada, a mobilizar bastantes meios; a outra foi numa zona de armazenagem do Minipreço, em Avintes se não estou em erro; e houve outro numa zona de armazenagem de uma indústria”, exemplifica o comandante, responsável pelos Sapadores e pela Proteção Civil do município.

Em Gaia, há um fator de risco adicional: “Nós, normalmente, somos vítimas por causa dos ventos dominantes de Norte/Noroeste – que este ano deve acontecer novamente -, e todos os balões lançados na Maia, Matosinhos, Porto, etc, vêm parar inevitavelmente a Vila Nova de Gaia onde acabam por provocar estragos”.

É opinião geral que o número de balões de São João tem aumentado nos últimos anos. “Nos anos mais recuados, os balões eram de fabrico artesanal e eram em número muito mais reduzido e o perigo era menor. Agora, são aos milhares por hora e depois encontramos exemplares com mechas muito grandes, com uma quantidade enorme de material inflamável, o que acaba por fazer com que eles vão parar muito longe”, adverte Vítor Primo.

O aumento é de tal ordem, que a Autoridade Nacional de Aviação Civil decidiu encerrar o espaço aéreo do Aeroporto Francisco Sá Carneiro entre as 21h45 do dia 23 e a uma da manhã do dia 24 de junho, por razões de segurança.

Vinte e quatro voos vão ter de ser reprogramados e ocorrer durante a madrugada, com o aval da Agência Portuguesa do Ambiente.

O facto do Governo ter antecipado a fase “Charlie” na véspera da noite de São João, não chega para convencer a ANAC a mudar o plano, confirmou o JPN junto da entidade.

O controlo de uma atividade desta natureza – popular e espontânea – é difícil. A decisão da ANAC foi tomada numa reunião a 12 de junho, na qual participaram representantes dos municípios envolventes ao Sá carneiro: Maia, Matosinhos, Vila do Conde, Porto, Gondomar e Gaia.

“O que era a pretenção da ANAC era que os municípios garantissem que não haveria o lançamento de balões. Ora, fisicamente isso é impossível. Esse problema só se resolve a montante, através da proibição da venda e comercialização”, defende.

O município de Gaia, pelo que o JPN pode apurar junto de fonte da autarquia, não defende, por sua parte, a proibição da venda dos balões, mas considera que estes produtos têm que ser regulamentados.

Enquanto a regulamentação não chega, Marco Martins deixa um apelo ao “bom senso” da população.

Vítor Primo, “sem prejuízo de ser uma noite de festa e das pessoas se divertirem”, recomenda que as pessoas mantenham a vigilância sobre as suas propriedades, os seus haveres, e perante qualquer ocorrência avisem de imediato”.

De acordo com a legislação, o desrespeito pela norma pode resultar numa contra-ordenação com coimas que podem ir dos 140 aos 5 mil euros, no caso de pessoas singulares, e dos 800 aos 60 mil euros, no caso de pessoas coletivas.

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Eurico Castro Alves: “O Porto é a cidade portuguesa melhor colocada” para receber a EMA https://jpn.up.pt/2017/06/22/eurico-castro-alves-porto-cidade-portuguesa-melhor-colocada-receber-ema/ https://jpn.up.pt/2017/06/22/eurico-castro-alves-porto-cidade-portuguesa-melhor-colocada-receber-ema/#respond Thu, 22 Jun 2017 13:11:12 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320834 Antigo secretário de Estado da Saúde confia que o Porto reúne todas as condições para acolher a Agência do Medicamento.

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Eurico Castro Alves tem uma convicção: “o Porto reúne todas as condições para ser a cidade escolhida” para acolher a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa).

Primeiro, já se sabe, é preciso convencer a Comissão da Candidatura Nacional dos méritos da Invicta para o efeito, mas o antigo secretário de Estado da Saúde, que trabalhou para a EMA ao longo de três anos, considera que isso “não será muito difícil” tendo em conta os critérios da própria União Europeia.

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, durante a reunião extraordinária que convocou para esta quinta-feira de manhã, referiu aos vereadores ter a convicção que a decisão da Comissão da Candidatura Nacional sobre a escolha de Lisboa ou Porto para acolher a EMA se vai tomar “muito rapidamente”, talvez “num espaço de dias”, referiu, dado o “calendário extraordinariamente curto” até à entrega da candidatura formal, marcada para 31 de julho.

Contributos podem vir de além-fronteiras

Outra das certezas de Eurico Castro Alves, cujo nome foi aprovado esta quinta-feira, por unanimidade, para ser representante da Câmara do Porto na Comissão da Candidatura Nacional, a par do vereador Ricardo Valente, é a de que se a escolha recair no Porto “vai ter de haver a participação de muita gente. E essa participação ultrapassará a cidade do Porto”, disse aos vereadores.

O responsável foi mais longe e galgou a fronteira: “O contributo poderá ter de ser alargado à região da Galiza. A Galiza tem um setor da saúde e um setor farmacêutico muito forte”, advertiu.

Já depois de terminada a reunião da vereação, que aprovou por unanimidade a participação do Porto na Comissão da Candidatura Nacional para a Instalação da Agência Europeia do Medicamento, Eurico Castro Alves afirmou que “a primeira prioridade é que Portugal seja ganhador da EMA” ressalvando que nesse campeonato considera que “o Porto é a cidade mais bem colocada porque cumpre todos os requisitos, cumpre um que é prioritário na União Europeia, que é a descentralização”.

“Há muito trabalho para fazer, todos terão de fazer parte desse trabalho. E não é só da cidade do Porto porque isto é uma candidatura de uma região e de um país. Neste momento, é juntar toda a gente e pôr mãos à obra”, referiu.

O vereador da Inovação e do Desenvolvimento Económico da Câmara do Porto, Ricardo Valente, que também vai representar a cidade na Comissão de Candidatura Nacional, sublinhou que o momento não é de reivindicações: “Não nos podemos pôr no papel de reivindicar. Temos que mostrar as nossas condições e mostrar à comissão nacional que o Porto tem melhores condições que a cidade de Lisboa para apresentar uma candidatura vencedora”.

Portugal concorre com 20 países no projeto de acolher a Agência Europeia do Medicamento, uma das maiores agências europeias, com cerca de 900 funcionários e uma considerável atividade económica associada ao seu funcionamento.

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Câmara do Porto aprova envolvimento da cidade na candidatura à EMA https://jpn.up.pt/2017/06/22/camara-do-porto-aprova-envolvimento-da-cidade-na-candidatura-ema/ https://jpn.up.pt/2017/06/22/camara-do-porto-aprova-envolvimento-da-cidade-na-candidatura-ema/#respond Thu, 22 Jun 2017 13:03:08 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320831 Divergência entre proposta dos vereadores do PS e de Rui Moreira foi sanada com alteração do texto sujeito a votação.

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A Câmara Municipal do Porto (CMP) aprovou, esta quinta-feira, por unanimidade, a participação da cidade na Comissão de Candidatura Nacional para a Instalação da Agência Europeia do Medicamento em Portugal.

Os vereadores convocados para esta reunião extraordinária aprovaram ainda os nomes de Eurico Castro Alves e de Ricardo Valente para serem os representantes da autarquia na Comissão.

Ao cabo de hora e meia de debate – com uma parte inicial sem a presença dos jornalistas – a vereação encontrou ainda um consenso em relação ao último ponto da reunião.

Rui Moreira pretendia o reconhecimento de que o grupo de trabalho de apoio à candidatura do Porto, proposto pelos vereadores do PS e aprovado na última reunião do Executivo, já não era necessário.

O líder da bancada socialista, Manuel Pizarro, reforçou que não via qualquer vantagem em “prescindir do envolvimento formal” das entidades que tinha proposto, no acompanhamento dos representantes agora nomeados para a Comissão. Podia até passar a chamar-se “comissão de acompanhamento” no lugar do grupo de trabalho inicialmente pensado.

O presidente da Câmara do Porto entendeu que seria “inútil” criar uma comissão paralela à nacional, cabendo aos representantes do Porto na Comissão Nacional “fazerem todos os contactos que julguem necessários” nesta fase de decisão sobre qual das duas cidades terá melhores hipóteses de vencer a corrida ao acolhimento à Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa).

Manuel Pizarro insistiu nas vantagens técnicas – reunindo os conhecimentos de instituições da Saúde, Ensino Superior e Econima da cidade – e políticas de uma comissão de acompanhamento.

A solução de consenso, depois de algumas alusões a “ciúmes” e “aproveitamentos políticos”, acabou por vir da bancada do PSD com o vereador Ricardo Almeida a propor que o texto fosse mudado no sentido de prever o envolvimento das entidades referidas por Manuel Pizarro, ainda que num sentido mais lato.

Assim ficou lavrada a versão final do texto: “Os representantes [da Câmara na Comissão Nacional de Candidatura à EMA] deverão envolver ativamente neste processo todas as entidades relevantes, nomeadamente as entidades metropolitanas, regionais e transregionais, designadamente aquelas que foram referidas no anexo da proposta para o grupo de trabalho aprovado na última reunião do executivo”.

Localização já começou a ser estudada

Na reunião extraordinária desta quinta-feira ficou também a saber-se que já houve uma reunião, no dia anterior, tendo em vista uma primeira abordagem às possíveis localizações da agência a Norte.

Essa reunião, contou Rui Moreira, foi realizada a pedido do presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Emídio Sousa, e envolveu, além deste, o presidente da autarquia, Rui Moreira, Eurico Castro Alves e Ricardo Valente, e ainda a presidente do Instituto Politécnico do Porto, Rosário Gambôa e a presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Braga da Cruz.

Questionados sobre as hipóteses discutidas, já depois de terminada a reunião, não foram avançados nomes. Eurico Castro Alves disse, contudo, aos jornalistas que o Porto dispõe de inúmeras hipóteses ao nível das localizações que cumprem as necessidades” da mega Agência Europeia.

O antigo secretário de Estado da Saúde, que trabalhou três anos para a EMA e que tem um longo currículo ligado ao setor do medicamento, interveio na reunião da vereação e reforçou depois aos jornalistas a ideia de que “o Porto é a cidade portuguesa mais bem colocada” para a candidatura nacional à EMA.

Portugal tem até 31 de julho para formalizar a sua candidatura nacional ao acolhimento da EMA. O presidente da Cãmara do Porto acredita que a escolha entre Lisboa e o Porto vai ser feita “muito rapidamente”, antes do presente mês terminar.

Os critérios definitivos para a relocalização da Agência – que deixará a cidade de Londres por causa do Brexit – vão ser definidos no Conselho Europeu que vai decorrer esta quinta e sexta-feira em Bruxelas.

 

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Praça vermelha e verde, da cor de Portugal https://jpn.up.pt/2017/06/22/praca-vermelha-verde-da-cor-portugal/ https://jpn.up.pt/2017/06/22/praca-vermelha-verde-da-cor-portugal/#respond Thu, 22 Jun 2017 08:43:13 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320828 Portugal venceu a Rússia por 1-0, em Moscovo, na segunda jornada e subiu à zona de apuramento do Grupo A da Taça das Confederações. O golo de Cristiano Ronaldo deu a primeira vitória de sempre na competição e o segundo lugar do grupo A, com 4 pontos, os mesmos do líder México.

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Desde a chegada de Fernando Santos, Portugal parece ter um gosto especial por vencer a seleção da casa. Se há um ano, o golo inesquecível de Éder deu ao país o Campeonato da Europa e uma deliciosa vitória sobre a França, esta quarta-feira a seleção nacional voltou a repetir a “graça” frente à anfitriã Rússia com o mesmo resultado final. Ficou registado o domínio inequívoco português sobre os russos e um passo de gigante rumo às meias-finais do torneio.

Trocaram-se as peças e a máquina carburou

Fernando Santos não quis revelar o onze inicial na antevisão da partida. Bruno Alves entrou para o lugar de José Fonte, Adrien para o de João Moutinho, Bernardo Silva para o de Quaresma e André Silva por Nani só vieram a público mesmo no dia do jogo. Estas alterações foram decisivas e necessárias dada a diferença entre o México, com quem Portugal tinha empatado na primeira jornada, e a Rússia.

Adrien e Bernardo mostraram-se preponderantes na fluidez de jogo da equipa portuguesa. Tecnicamente dotados e superiores aos russos, os médios lusos conduziam jogadas com bastante à vontade e mostravam-se disponíveis para atacar e defender em quase todo o campo. André Silva foi também uma boa aposta. O novo avançado do Milan causou grande perigo à defesa da casa e deu a Ronaldo a liberdade de jogar mais solto da sua posição inicial, o que lhe permitiu criar e finalizar vários lances de ataque. A entrada de Bruno Alves veio no seguimento da má exibição de José Fonte, responsável pelo segundo golo do México, ao cair do pano. Fernando Santos precisava de novas peças. O engenheiro provou mais uma vez ser bom mecânico também.

Qualidade de Portugal marcou a primeira parte

A entrada dos campeões da Europa na partida perspetivava um domínio forte por todo o encontro. Portugal teve sempre mais posse de bola, maior presença no meio campo contrário e tentou sempre procurar os espaços atrás da defesa contrária. E aos 8’, Raphaël Guerreiro cruzou da esquerda para a cabeça de Cristiano Ronaldo. 0-1 no marcador e o forte apoio do público parou por uns momentos. Era Portugal quem queria a bola e o golo surgiu com bastante naturalidade.

A partir do minuto 20, a equipa russa acordou para o jogo. Em desvantagem, viu-se obrigada perante o seu próprio público a tentar virar o rumo dos acontecimentos e anular a vantagem portuguesa. Portugal deixou de conseguir recuperar a bola a meio-campo tão facilmente e foi obrigado a defender mais vezes junto à sua área para travar as investidas dos anfitriões.

Mas os lusos reagiam sempre e a defesa ‘czar’ continuava ineficaz face à qualidade dos jogadores portugueses. Prova disso foi a jogada de perigo de Ronaldo aos 32’. Após uma finta sobre Vasin, rematou com força pela direita para uma boa defesa de Akinfeev.

O jogo chegava ao intervalo com vantagem portuguesa, que só pecava por ser pequena. Até esta altura, só Portugal parecia querer e poder regatear a vitória.

Segundo tempo sofrido mas triunfo conseguido

No regresso dos balneários a equipa das ‘quinas’ pretendia um ritmo de jogo mais tranquilo, algo que os russos se prestaram a contrariar. Portugal quis pausar o jogo e controlar de forma mais segura a posse de bola, mas os visitados estavam agora dispostos a vender cara a derrota e a lutar para pelo menos não perder.

Ainda assim, a qualidade de Portugal vinha sempre ao de cima. O lance de perigo de André Silva aos 50’ foi prova disso mesmo. Cédric cruza pela direita e o ponta de lança cabeceou para mais uma boa defesa de Akinfeev. O guarda-redes russo teve uma tarde bastante atarefada e as defesas dele foram a razão principal para que o marcador não mais se alterasse, o que fez dele um dos melhores jogadores em campo.

As jogadas de contra ataque foram a forma encontrada pela Rússia para chegar com mais perigo baliza portuguesa. Não tão ocupado como o seu homónimo russo, Rui Patrício foi fazendo também ele algumas boas defesas e disse “presente” quando o setores defensivo não conseguia. Pelo meio, Raphaël Guerreiro lesionou-se com gravidade na perna esquerda e deu lugar a Eliseu aos 66’.

Na ponta final da partida Fernando Santos quis tirar alguns jogadores e mudar o sistema tático, a fim de segurar a vantagem obtida na primeira parte. Aos 78’ tirou André Silva, pôs Gelson Martins e mudou para um 4-5-1, mantendo apenas Ronaldo na frente de ataque. Aos 82’ retirou Adrien para acrescentar um jogador de contenção, Danilo Pereira. Apesar das alterações, os últimos minutos foram vividos com grande intensidade. A Rússia captou bastante a atenção de Rui Patrício, mas sem sucesso. Os russos chegaram a reclamar de um suposto penálti na área portuguesa sobre Bukharov. O árbitro mandou seguir.

“A diferença foi hoje não sofrer um golo”

No rescaldo do jogo, Fernando Santos foi perentório ao referir a razão pela qual Portugal venceu. “A diferença foi não sofrer um golo. Contra o México, marcamos dois mas sofremos dois. E hoje a equipa mostrou que é forte a atacar, sabe ter bola mas também sabe defender.”

O selecionador deixou também um recado para os críticos da seleção e da sua forma de jogar: com o ‘Engenheiro’, Portugal jogará sempre da mesma maneira. “ Fomos hoje uma equipa com muita personalidade e sem ter que recuar muito: foi assim que a equipa ganhou o Campeonato da Europa. As pessoas podem não gostar, mas Portugal vai jogar sempre como jogou hoje. Comigo sempre, pelo menos.”

Quanto às alterações, Fernando Santos explicou a necessidade das entradas de Gelson Martins e de Danilo Pereira. “As alterações vieram para tentar lançar contra ataques rápidos, no caso do Gelson, e segurar o resultado, com a entrada do Danilo. O Adrien já estava muito cansado.”

Portugal sobe assim ao segundo lugar do Grupo A da Taça das Confederações com 4 pontos, os mesmos do México – a mesma diferença de golos, mas mais um golo marcado pelos mexicanos – e mais um do que a Rússia. O encontro seguinte é com a Nova Zelândia no próximo sábado, em São Petersburgo. O jogo está marcado para as 16h00, hora de Portugal Continental.

Artigo editado por Filipa Silva

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Porto vai ter novo festival dedicado à música eletrónica https://jpn.up.pt/2017/06/21/porto-vai-ter-novo-festival-dedicado-musica-eletronica/ https://jpn.up.pt/2017/06/21/porto-vai-ter-novo-festival-dedicado-musica-eletronica/#respond Wed, 21 Jun 2017 15:39:28 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320814 Kamaal Williams Ensemble, Tosca e Richard Dorfmesteir são os destaques da programação do Festival Matéria que aterra no Base a 2 de julho.

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A organização chama-lhe o ano zero. A primeira edição do Festival Matéria será só em 2018, mas este ano já se pode sentir o tom deste novo evento dedicado à música eletrónica.

É no Base, situado nos jardins que dão teto à Praça de Lisboa, que o festival vai ter lugar a 2 de julho. A música vai estender-se das 14h00 às 24h00.

Os destaques da programação vão para Kamaal Williams Ensemble, em live, com o álbum “Black Focus”. Também live, vai passar pelo festival Tosca que anda em digressão com um novo álbum “Going Going Going”.

Na versão a solo, Richard Dorfmesteir, membro de Tosca, vai ter um DJ set. Herbert Quain, Celeste Mariposa e Marco Coelho também constam do alinhamento.

A produção do evento está a cargo do Base Porto, Circus Network, NEOPOP Elecronic Musica Festival e Plano B. Em 2018, o plano é que o festival ocupe um jardim urbano da cidade, mais do que um dia, com mais atividades e artistas no programa. Para a edição deste ano, o bilhete custa 15 euros em pré-venda e 20 euros no dia do evento.

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Em direto: Rússia 0 – 1 Portugal (Resultado Final) https://jpn.up.pt/2017/06/21/direto-russia-portugal/ https://jpn.up.pt/2017/06/21/direto-russia-portugal/#respond Wed, 21 Jun 2017 14:21:27 +0000 https://jpn.up.pt/?p=320810 Portugal defronta esta quarta-feira a equipa anfitriã da Taça das Confederações. Siga o encontro ao minuto no site do JPN.

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