JPN – JornalismoPortoNet https://jpn.up.pt Jornal Digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, da Universidade do Porto. Fri, 28 Apr 2017 22:27:41 +0000 pt-PT hourly 1 Noticiário: Colecionismo https://jpn.up.pt/2017/04/28/noticiario-colecionismo/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/noticiario-colecionismo/#respond Fri, 28 Apr 2017 21:42:26 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316927 O JPN esteve à procura de colecionadores: encontrou duas lojas de antiguidades e pessoas com coleções fora do vulgar. Descobriu também que há encontros entre colecionadores para realizarem trocas e compras.

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Este sábado, 25 países saem à rua pelo clima https://jpn.up.pt/2017/04/28/sabado-25-paises-saem-rua-pelo-clima/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/sabado-25-paises-saem-rua-pelo-clima/#respond Fri, 28 Apr 2017 18:03:01 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316862 25 países marcham pelo clima este sábado, dia 29. Em Portugal, a iniciativa decorre nas cidades do Porto e Lisboa e na vila de Aljezur. O objetivo é travar concessões planeadas para exploração de petróleo e gás.

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A Marcha Mundial pelo Clima realiza-se este sábado, dia 29 de abril, pelas 15h00. Portugal aderiu à iniciativa, marcada para três cidades portuguesas: Porto, Lisboa e a vila de Aljezur. Na Invicta, a marcha começa na Praça da Liberdade, passa por Mouzinho da Silveira e termina na Praça da Ribeira.

Foi no segundo encontro Nacional pela Justiça do Clima que o movimento “People’s Climate Movement”, criado nos Estados Unidos, apresentou a iniciativa. Na base está a manifestação contra as políticas adotadas por Donald Trump em relação ao clima – com um corte de 31% aos recursos destinados à Agência de Proteção Ambiental – e à produção de energia – com a autorização do oleoduto de Dakota e o gasoduto Keystone XL, travados na administração anterior. Desde o dia da eleição do presidente norte-americano, que estas têm sido questões muito discutidas.

Para João Branco, presidente da Quercus, os Estados Unidos têm adotado uma “política negacionista”, pois a administração norte-americana nega a existência do problema das alterações climáticas. “Interessa muito a esta administração favorecer toda a fileira relacionada com o petróleo, com o gás e com o carvão, ou seja, com os combustíveis fósseis, que é uma fileira que tem muito peso politico e económico nos Estados Unidos”, defende em declarações ao JPN.

Os efeitos da queima do carvão são nocivos, mas, ao mesmo tempo, esta é a forma mais barata de produzir energia e a que fornece vantagens competitivas ao país. João Branco explica que o problema é que, quando alguns dos países estão dispostos a diminuir essa atividade, acabam por ficar “condicionados”, porque vão ter que produzir mais caro do que os países vizinhos. “Os Estados Unidos condicionam o comportamento do resto do mundo por via da economia, porque como é lógico ninguém vai admitir que utilizem queima de combustíveis fosseis para produzirem os seus produtos mais baratos do que os seus concorrentes”, acrescenta João Branco.

E em Portugal?

Em Portugal, a Marcha pelo Clima tem como objetivo a anulação de todas as concessões para a exploração de petróleo e de gás na costa portuguesa. Segundo as organizações participantes no encontro, o governo de António Costa “deu licença à GALP/ENI para avançar com a prospeção de gás e de petróleo no mar de Aljezur, ignorando as mais de 42 mil pessoas que se manifestaram contra o furo, durante a consulta pública”, lê-se no site do evento.

Para João Branco, a situação não é fácil de ser resolvida a curto prazo, pois “as duas centrais a carvão que existem têm que ser substituídas”, mas isso não pode ser feito de um dia para o outro. “Se as nossas centrais a carvão fechassem hoje, nós amanhã estávamos a importar energia de Espanha feita em centrais a carvão, mas mais cara”, sublinha.

João Branco acrescenta que não é “moralmente aceitável” que os combustíveis sejam vendidos para serem queimados noutro local, pois “o petróleo que vai ser extraído na Costa Portuguesa vai ser queimado em algum lado, não vai ser extraído para ficar em depósito eternamente”.

Para a organização, a solução passa por fazer “uma transição justa para as energias renováveis, diminuindo progressivamente o uso de combustíveis sujos e perigosos como o petróleo, o gás natural, e o carvão, ao mesmo tempo que se recusam soluções insustentáveis como a energia nuclear e as grandes barragens”.

Ao todo participam 18 movimentos, incluindo organizações ambientalistas, sindicatos e partidos políticos portugueses.

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Matosinhos tem mais uma praia com Bandeira Azul https://jpn.up.pt/2017/04/28/matosinhos-praia-bandeira-azul/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/matosinhos-praia-bandeira-azul/#respond Fri, 28 Apr 2017 17:40:07 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316886 Angeiras Sul é a nova praia com Bandeira Azul em Matosinhos. Da região do Grande Porto, três praias portuenses, 18 em Gaia e 11 em Matosinhos conseguiram o galardão. Na região Norte há este ano 70 praias com bandeira azul. Em Portugal, são 320.

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A praia de Angeiras Sul junta-se às de Funtão, Pedras do Corgo, Agudela, Quebrada, Marreco, Memória, Cabo do Mundo, Aterro, Fuzelhas e Leça da Palmeira na lista de praias com bandeira azul no concelho de Matosinhos, anunciou esta sexta-feira o programa responsável pela atribuição do galardão. Trata-se de uma reentrada na lista.

Ainda no Grande Porto, a Invicta mantém as mesmas três praias que tinham bandeira azul no ano passado – Homem do Leme, Gondarém e Foz -, tal como em Gaia, neste caso com 18 praias certificadas pelo programa: Lavadores, Salgueiros, Canide Norte, Canide Sul, Marbelo, Madalena Norte, Madalena Sul, Valadares Norte, Valadares Sul, Dunas Mar, Francemar, Sãozinha, Senhor da Pedra, Miramar, Francelos, Mar e Sol, Aguda e Granja.

Na conferência de imprensa do Programa Bandeira Azul 2017, que se teve lugar no Museu do Oriente, em Lisboa, esta sexta-feira, foram distinguidas 320 praias portuguesas, mais seis do que no ano passado.

A Norte, há no total 70 praias galardoadas, sendo 66 costeiras e quatro fluviais. São 12 os concelhos com praias galardoadas – Caminha, Viana do Castelo, Braga, Esposende, Macedo de Cavaleiros, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Matosinhos, Freixo de Espada à Cintra, Porto, Vila Nova de Gaia e Espinho.

As 320 praias com bandeira azul correspondem a 55% do total de praias do país, o que coloca Portugal no sexto lugar internacional, em termos percentuais, de acordo com informações prestadas pelo presidente da Associação Bandeira Azul da Europa, José Archer, na conferência desta manhã.

Artigo editado por Filipa Silva

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Quatro em Linha: Devem as drogas leves ser legalizadas em Portugal? https://jpn.up.pt/2017/04/28/quatro-linha-devem-as-drogas-leves-legalizadas-portugal/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/quatro-linha-devem-as-drogas-leves-legalizadas-portugal/#respond Fri, 28 Apr 2017 17:25:50 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316906 A Comissão Nacional do Partido Socialista aprovou a moção para legalizar as drogas leves em Portugal. O Quatro em Linha abordou o tema e os convidados tinham opiniões muito opostas.

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CNU 2017: AEFEP é campeã nacional de futsal masculino https://jpn.up.pt/2017/04/28/cnu-2017-aefep-campea-nacional-futsal-mascunlino/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/cnu-2017-aefep-campea-nacional-futsal-mascunlino/#respond Fri, 28 Apr 2017 17:08:49 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316891 Estudantes de Economia conseguem primeiro título de sempre na modalidade e o segundo na história dos campeonatos universitários. Foi também a primeira vez que o título no futsal masculino veio para a Invicta.

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A equipa de futsal masculino da Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (AEFEP) sagrou-se, esta sexta-feira, campeã nacional universitária da modalidade, após derrotar na final a Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI) por 5-3, uma das equipas com mais títulos na modalidade (7) e finalista do ano passado. A equipa da Universidade do Porto esteve a perder por duas vezes, mas deu a volta ao resultado e leva as medalhas.

Este foi o primeiro título de sempre na modalidade e o segundo na história dos campeonatos universitários para os estudantes de economia. Foi também a primeira vez que o título de futsal masculino veio para a cidade do Porto, sendo que o campeonato é organizado desde 1987/88.

Tiago Miranda, treinador da equipa de Economia, destacou a atitude dos seus jogadores na final, que estiveram sempre por baixo mas acreditaram até ao fim, com base numa defesa coesa. Frisou, também, o percurso da equipa desde uma fase de grupos mais tranquila, passando por um jogo difícil nos “quartos” frente aos anfitriões do torneio.

Quanto a terem sido os primeiros a trazer o título da modalidade, Tiago Miranda diz ser um orgulho até porque as equipas do Porto vão como faculdades e não como Universidades, o que apela a um grande espírito de união entre as diversas faculdades.

Esta tarde, Associação de Estudantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (AEFADEUP) perdeu a final do basquetebol masculino frente à Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), por 72-75.

Na terceira final do dia, com equipas da cidade do Porto, a Universidade do Porto perdeu por 4-2 contra a Associação Académica de Coimbra.

Às 20h00, a Universidade do Porto defronta também a AAUAv na final de andebol feminino, numa reedição da final do ano anterior, que deu a vitória às portuenses.

Artigo editado por Filipa Silva

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Fundação da Juventude: Equipa mantém-se, projeto renova-se https://jpn.up.pt/2017/04/28/fundacao-da-juventude-equipa-mantem-projeto-renova/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/fundacao-da-juventude-equipa-mantem-projeto-renova/#respond Fri, 28 Apr 2017 16:38:07 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316864 A Fundação da Juventude apresentou, esta sexta-feira, a nova constituição dos órgãos sociais. Formação profissional, empreendedorismo e inclusão social são as apostas.

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Tomou posse, esta sexta-feira, a nova administração da Fundação da Juventude. Os nomes dos diferentes órgãos sociais permanecem quase inalterados e Ricardo Carvalho mantém-se como presidente da Comissão Executiva, cargo que ocupa desde janeiro de 2014.

As mudanças na administração

Carla Mouro, ex-assessora de Cavaco Silva, é a nova entrada no Conselho da Administração.

O Conselho Fiscal passa a ser presidido por Ana Teresa Lehmann, diretora da Invest Porto. Rita Marques também passou a integrar o conselho.

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa passa a liderar o Conselho de Fundadores.

Há três novos nomes na lista de fundadores: a Associação Comercial do Porto, a Santa Casa da Misericórdia do Porto e o Centro de Inteligência Têxtil.

No entanto, ainda que a equipa se mantenha, o projeto vai ser “reestruturado”. Em entrevista ao JPN, Ricardo Carvalho avançou que a fundação, que tem sede no Porto, vai apostar num “reforço da equipa de Lisboa”, de modo a assegurar a “manutenção do estatuto da instituição enquanto entidade de âmbito nacional”.

O presidente afirmou, ainda, que a estratégia dos próximos anos vai assentar em três pilares: na formação profissional, “direcionada para jovens com menos oportunidades”; no empreendedorismo jovem, através da “educação, incubação e aceleração de ideias de negócio na área do empreendedorismo criativo e qualificado e na área do empreendedorismo social”; e na inclusão social, dando “oportunidades a jovens excluídos”.

A aposta no empreendedorismo por parte da fundação pode já ser observada nas iniciativas que estão a decorrer, como o Concurso Nacional de Jovens Empreendedores e a Mostra Nacional de Jovens Empreendedores.

Ricardo Carvalho destaca, ainda, o projeto que está a ser desenvolvido em colaboração com o município do Porto, um projeto local de educação para o empreendedorismo, o Empreende Jovem.

Todos os anos, a fundação, com sede no Palácio das Artes Fábrica de Talentos, desenvolve, em média, 25 a 30 projetos, que envolvem cerca de três mil jovens, revelou o presidente da Fundação da Juventude.

Artigo editado por Filipa Silva

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#infomedia: Universidade Lusófona apresenta número zero https://jpn.up.pt/2017/04/28/infomedia-universidade-lusofona-apresenta-numero-zero/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/infomedia-universidade-lusofona-apresenta-numero-zero/#respond Fri, 28 Apr 2017 13:55:24 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316844 O #infomedia é um jornal universitário online da Universidade Lusófona do Porto que ressurge com uma nova imagem e equipa. Foi apresentado na conferência “Jornalismo Frankenstein”, esta quinta-feira.

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O #infomedia, plataforma de ciberjornalismo académico, apresentou a publicação número zero, durante a segunda edição da sessão “Jornalismo Frankenstein”, esta quinta-feira.

São 23 as pessoas que estão por trás desta nova cara do “Frankenstein”, nome que a jornalista e professora Vanessa Rodrigues chama à plataforma, por ser também ela construída através de “fragmentos de saberes e de vontades”.

A ideia do “Jornalismo Frankenstein”, que acabou por dar nome à conferência organizada pela Universidade Lusófona do Porto (ULP), surge numa “lógica de tentar perceber que jornalismo é este que nós estamos a produzir, que usa as novas tecnologias e a multimédia e tentar entender que modelo de negócio se vislumbra no horizonte, na ótica do ciberjornalismo”, explicou a professora ao JPN.

Vanessa Rodrigues confessou que quando chegou à ULP, sentiu a necessidade de criar “um projeto ciberjornalístico em que os estudantes pudessem treinar as suas competências, criar portfólio e dar acesso a um público em geral para os conteúdos produzidos no âmbito da academia, trabalhos esses que normalmente são de grande qualidade”.

Depois de ter “desafiado o diretor do curso de Ciências da Comunicação, o colega Luís Miguel Loureiro, também ele jornalista”, a professora afirma que “a causa foi logo abraçada”.

O projeto, que teve início em 2014, começou por ser um blog incorporado na unidade curricular de ciberjornalismo com publicações semanais obrigatórias feitas pelos alunos.

Depois de “passinhos atrás e passinhos para a frente”, em novembro passado, o projeto sofreu uma “fusão” entre o que já existia e o desejo de criar outro projeto idêntico, proveniente de duas alunas do segundo ano do curso de Ciências da Comunicação da ULP, Bárbara Ramos e Carolina Franco.

Com a ajuda do ex-aluno Ricardo Marques, foi possível a construção de um website, onde agora os estudantes partilham os seus artigos, seguindo uma identidade “intemporal”.

“Um dos objetivos do #infomedia é que eu possa, de alguma forma, consultar a plataforma daqui a três meses e os artigos possam ter um cariz informativo intemporal para que possam ser lidos em qualquer altura”, afirma Vanessa Rodrigues.

Desafios do ciberjornalismo e da era digital

A segunda edição do “Jornalismo Frankenstein” juntou órgãos de comunicação online envolvendo meios tradicionais e meios alternativos independentes.

O P3, o JPN, a TKNT, a Comunidade Cultura e Arte e o Shifter foram os projetos que marcaram presença no salão nobre da ULP para discutir os desafios e as oportunidades do jornalismo na era digital.

Vanessa Rodrigues vê no #infomedia um passo no “caminho certo” do “longo caminho que ainda falta percorrer no ciberjornalismo académico”.

Num tempo em que os meios de comunicação alternativos e independentes marcam cada vez mais a sua posição e cativam um público que vai crescendo rapidamente, a jornalista acredita que as soluções para o futuro do ciberjornalismo podem passar por juntar profissionais de diferentes áreas.

“O jornalismo é contar histórias com um fim e um dos elementos do jornalismo é tornar interessante aquilo que é relevante. O ciberjornalismo traz desafios e oportunidades muito interessantes para se fazer melhor jornalismo, pelo facto de agregar diferentes profissionais, outras visões e novas soluções para a forma como nós apresentamos as histórias”, defende Vanessa.

Para Lucas Brandão da “Comunidade Cultura e Arte”, um dos desafios que enfrentam é “dar a conhecer e informar o que está em carência nos media tradicionais”.

Por outro lado, João Ribeiro, do Shifter, afirma que o maior desafio do jornalismo em geral é “ter calma” e salienta que há um problema em todas as formações académicas: “Quando as pessoas vão do curso de jornalismo para o jornalismo chegam lá e são só mais um jornalista, ficando encostadas. No Shifter há jornalistas e há de tudo e nós temos de fazer as funções absolutamente todas. Se há pessoas que ganham destaque na organização é porque são interessantes e têm a capacidade de serem versáteis”.

Nuno F. Santos, coordenador geral da TKNT, aproveitou ainda para dar o exemplo de Vanessa Rodrigues como alguém “que é jornalista, mas consegue ser fora da caixa. É possível fazer isso”. Numa altura em que “todos questionam o jornalismo”, afirma ainda que “existem aqueles que continuam a fazer jornalismo como sempre fizeram, porque acham que as métricas e as audiências é que contam e, quando isso acontece, não se está a fazer aquilo que se gosta, mas sim o que os outros querem que seja feito”.

Artigo editado por Rita Neves Costa

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CNUs 2017: Quatro equipas do Porto disputam finais https://jpn.up.pt/2017/04/28/cnus-2017-quatro-equipas-do-porto-disputam-finais/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/cnus-2017-quatro-equipas-do-porto-disputam-finais/#respond Fri, 28 Apr 2017 10:56:31 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316821 Esta sexta-feira pode trazer quatro medalhas para a Invicta. As finais basquetebol masculino, hóquei em patins, futsal masculino e andebol feminino contam com equipas da Universidade do Porto.

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A equipa de hóquei em patins da Universidade do Porto está na final do Campeonato Nacional Universitário da modalidade depois de vencer, esta sexta-feira de manhã, o Politécnico do Porto por 6-1, em Coimbra, onde têm lugar as fases finais deste ano. A final começa às 16h30.

A Associação de Estudantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (AEFADEUP) iniciou, às 11h30, a final do basquetebol masculino frente à Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv). Os estudantes de desporto, que na época passada tinham ficado na fase de grupos, estão na final depois de terem derrotado a Associação Académica da Universidade do Minho por 72-64.

A Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (AEFEP) disputa, esta sexta-feira, pela primeira vez, a final do Campeonato Nacional Universitário de futsal masculino, frente à Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI). O jogo tem início marcado para as 16h00, no pavilhão 3 do Estádio Universitário de Coimbra.

Esta quinta-feira, a AEFEP, apurou-se para a final depois de ter derrotado a Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (AEISCAL) por 4-2.

Às 20h00, a Universidade do Porto defronta também a AAUAv na final de andebol feminino, numa reedição da final do ano anterior, que deu a vitória às portuenses. As jogadoras de andebol da U.Porto estão na final após terem eliminado a equipa da Universidade de Lisboa.

O acompanhamento ao minuto de todos os jogos está disponível num endereço criado pela Federação Académica do Desporto Universitário (FADU) para o efeito.

Calendário de finais para esta sexta-feira
11h30: AEFADEUP x AAUAv (basquetebol masculino)
16h00: AEFEP x AAUBI (futsal masculino)
16h30: U.Porto x AAC ou AAUAv (hóquei em patins)
20h00: U.Porto x AAUAv (andebol feminino)

Artigo editado por Filipa Silva

 

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Incêndio em São Pedro da Cova obriga a evacuar escola secundária https://jpn.up.pt/2017/04/28/atualizacao-incendio-sao-pedro-da-cova-obriga-evacuar-escola-secundaria/ https://jpn.up.pt/2017/04/28/atualizacao-incendio-sao-pedro-da-cova-obriga-evacuar-escola-secundaria/#respond Fri, 28 Apr 2017 09:43:50 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316822 A Escola Secundária de São Pedro da Cova foi evacuada na manhã desta sexta-feira devido a um incêndio numa zona de mato. A situação já está mais controlada, segundo o relato de uma moradora ao JPN.

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Os Bombeiros de São Pedro da Cova foram alertados, às 8h50, para um incêndio na Rua Eduardo Castro Gandra, na zona de Paradela. O presidente da câmara de Gondomar, Marco Martins, confirmou aos jornalistas que a situação está mais calma.

O incêndio perto da escola secundária de São Pedro da Cova, que alastrou rapidamente, obrigou à retirada de cerca de 400 alunos que frequentam aquele estabelecimento de ensino. A escola foi evacuada por precaução devido ao fumo do incêndio florestal, não tendo sido atingida.

Paula Pinto, funcionária da escola secundária relata ao JPN que “a reação dos Bombeiros de São Pedro da Cova foi muito rápida” e “neste momento a situação está mais controlada, mas o vento forte não ajuda à extinção do fogo”. Paula diz ainda que “está a arder em vários locais” e “algumas habitações já estiveram em perigo”.

Daniela Gandra, moradora de São Pedro da Cova, descreve uma “coluna de fumo atrás da escola secundária” e relata que “na semana passada já tinha existido um incêndio mais pequeno na mesma zona”. Daniela diz ainda que consegue observar dois focos de incêndio distintos, um deles perto de uma zona residencial. Há poucos minutos, as “as chamas subiram bastante” e estão muito perto da estrada, segundo a moradora.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, em declarações registadas no local pela TVI “desde ontem à tarde registaram-se 14 ignições nesta área, o que leva a crer que há fortes indícios de mão humana”. O autarca confirmou aos jornalistas no local que “a situação está mais calma”.

Fonte da GNR afirma ao JPN que a corporação de bombeiros de Valongo e Valbom foram contactados e dirigiram-se para o local.

Texto editado por Rita Neves Costa

Atualizado às 11h31 no dia 28 de abril de 2017

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Quem dança, seus “Muros” espanta https://jpn.up.pt/2017/04/27/danca-seus-muros-espanta/ https://jpn.up.pt/2017/04/27/danca-seus-muros-espanta/#respond Thu, 27 Apr 2017 16:54:42 +0000 https://jpn.up.pt/?p=316730 O espectáculo "Muros", de Né Barros, estreia esta quinta-feira no Teatro Nacional São João, às 21h30, e abre o Festival DDD – Dias da Dança 2017. A coreógrafa alerta para a questão do "outro", num mundo cheio do "eu".

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Trump sonha com a “wall”. Né Barros consegue o desmoronamento. Cada um cria os muros e derruba-os, se o quiser. Né, no novo espetáculo “Muros”, que estreia esta quinta-feira no Teatro Nacional São João (TNSJ), evidencia o “outro” num mundo que gira em torno do “eu”.

Né Barros ilustra os conflitos da atualidade e a crise interior que cada um atravessa. A dança sacode as barreiras impostas. “Muros”, uma coprodução do Balleteatro e do TNSJ, conta com o texto da escritora Eugénia Vilela e excertos do poema do romeno Paul Celan e do francês Robert Desnos, ambos ex-presos em campos de concentração durante a II Guerra Mundial.

As fronteiras derrubam-se e erguem-se em “Muros”, espetáculo com cinco bailarinos – Bruno Senume, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Gonçalo Cabral e Joana Castro – e o cenário, criado por João Mendes Ribeiro, resulta numa estrutura que não permite que os elementos em palco se toquem.

Os corpos contorcem-se e a respiração dos bailarinos sobressai. A dança é acompanhada com música de Alexandre Soares e tem no elenco Ana Deus, ex-Ban e Três Tristes Tigres, agora vocalista de Osso Vaidoso.

Os bailarinos do espetáculo de Né Barros sobre a deslocação, o conflito e a fronteira.

Os bailarinos do espetáculo de Né Barros sobre a deslocação, o conflito e a fronteira. Foto: Susana Neves

Duas atividades para explorar o espetáculo

Esta quinta-feira, após o espetáculo, está marcada um conversa com a coreógrafa, com Ana Deus e Alexandre Soares. Espaço propício a questões sobre a inspiração para a construção  de “Muros”.

No dia 29 de maio, às 11h00, no Teatro Nacional São João, a coreógrafa conduz uma “oficina de movimento” para descobrir a linguagem corporal de “Muros”. Uma oficina, para maiores de dez anos e com inscrição no valor de dez euros, na qual se refletirá sobre as questões migratórias da atualidade e os muros que se pensam erguer.

"Muros" é o espetáculo de abertura do Festival DDD, coreografado por Né Barros, uma referência da dança portuguesa.

“Muros” é o espetáculo de abertura do Festival DDD, coreografado por Né Barros, uma referência da dança portuguesa.

Espetáculo inserido no DDD: Dias da Dança

Festival DDD – Dias da Dança regressa entre esta quinta-feira e o dia 13 de maio nas três cidades da “Frente Atlântica”: Porto, Gaia e Matosinhos.

O festival dedicado à dança contemporânea, que rapidamente se tornou o maior do país, ​é organizado pelo Teatro Municipal do Porto/Câmara Municipal do Porto em parceria com a Câmara Municipal de Gaia e com a Câmara Municipal de Matosinhos num investimento superior a 400 mil euros.

Este ano a dança celebra-se ao longo de 17 dias, juntando companhias e coreógrafos internacionais e nacionais em 35 espetáculos, oito deles em estreia nacional e nove estreias absolutas.

Artigo editado por Filipa Silva

 

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