JPN – JornalismoPortoNet https://jpn.up.pt Jornal Digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, da Universidade do Porto. Mon, 16 Oct 2017 17:10:38 +0000 pt-PT hourly 1 Oh Lee Music Showcase: o aquecimento para a primeira conferência internacional de música no Porto https://jpn.up.pt/2017/10/16/oh-lee-music-showcase-aquecimento-primeira-conferencia-internacional-musica-no-porto/ https://jpn.up.pt/2017/10/16/oh-lee-music-showcase-aquecimento-primeira-conferencia-internacional-musica-no-porto/#respond Mon, 16 Oct 2017 16:26:31 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323157 A Casa do Livro foi o local escolhido para um showcase acústico da Oh Lee Music, integrado no festival-conferência Tomorrow Comes Today, que vai decorrer no Porto em outubro do próximo ano.

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O Mau Olhado fez as honras da casa, mas não se trata de agoiro. A verdade é que foi com “Presságio”, o primeiro EP de João Cardoso – o músico que dá corpo a esta one man-band –, que abriu o showcase acústico que a Oh Lee Music preparou para os dias 12 e 13 de outubro na Casa do Livro, no Porto.

Objetivo: juntar amigos, artista, fãs e jornalistas num evento de promoção da grande conferência que esta empresa que presta serviços na área musical vai organizar em 2018.

Depois de O Mau Olhado foi a vez dos To All My Friends, pop-punkers setubalenses, subirem ao palco. O público conhecia alguns refrões e foi acompanhando a banda nas canções de “Head Above Water”, o álbum de estreia do grupo, que sai este mês.

A sala já estava mais composta quando Pedro Melo se chegou à frente. Giant’s Magazine é o nome do projeto deste cantautor bracarense que lançou em junho “The Storyteller”.

Para terminar o dia, Emmy Curl. Catarina Miranda gravou o primeiro EP aos 15 anos no estúdio do pai. Doze anos e vários projetos depois, já trabalha no terceiro álbum.

Emmy Curl na Casa do Livro no Porto.

Emmy Curl na Casa do Livro no Porto. Foto: André Henriques/ah!PHOTO

Sexta-feira 13 é um dia especial por isso também tivemos direito a uma atuação especial e casa cheia. Nelson Graf Reis (We Bless This Mess), Miguel Reis (Tio Rex) e Fast Eddie Nelson juntaram-se e durante uma hora e meia tocaram temas dos três projetos. Nelson apresentou em primeira mão Intentions” e “Ocean”, do novo trabalho dos We Bless This Mess, previsto para março.

Coube aos Mojave fecharem o mini-festival. A banda de Gaia está junta há poucos meses mas deixou toda a gente a aplaudir e a pedir “só mais uma”.

Além da Casa do Livro, também o Plano B e o Hard Club acolheram nestes dias concertos no âmbito desta iniciativa.

Tomorrow Comes Today no próximo ano

Em outubro do próximo ano, o Porto vai receber o festival-conferência Tomorrow Comes Today. Durante dois dias, músicos, promotores, editoras e empresários vão discutir o passado, presente e futuro da música em concertos e debates a decorrer em vários espaços da Invicta nos dias 18 e 19 de outubro de 2018.

Entre os primeiros convidados confirmados estão James Stirling (BBC Music), Jon Eades (Abbey Road Red), Josh Saunders (Warner Music) and Paul Pacifico (Association of Independent Music) que vêm dar a sua perspetiva relativamente ao estado atual da indústria da música.

Artigo editado por Filipa Silva

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“The World of Steve McCurry”: um olhar intimista sobre o ser humano https://jpn.up.pt/2017/10/16/the-world-of-steve-mccurry-um-olhar-intimista-humano/ https://jpn.up.pt/2017/10/16/the-world-of-steve-mccurry-um-olhar-intimista-humano/#respond Mon, 16 Oct 2017 14:50:45 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323141 A exposição de Steve McCurry abre portas nesta segunda-feira na Alfândega do Porto. O JPN teve acesso aos bastidores da exposição e desvenda um pouco sobre o que poderá ver até ao final do ano.

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Quando se entra no edifício da Alfândega do Porto, o cartaz da exposição de Steve McCurry salta logo à vista. No último piso do edifício, onde a retrospetiva do trabalho do fotógrafo norte-americano vai ficar patente até ao final do ano, encontramos uma mostra ainda em fase final de montagem.

A inauguração estava prevista para este sábado, mas problemas técnicos relacionados com a iluminação adiaram a abertura oficial para segunda-feira, dia 16.

Pouco importa. As fotografias do fotógrafo norte-americano, autor da famosa capa da “National Geographic” com a “Menina Afegã”, falam por si. E para nós.

Na entrada, encontramos fotografias ainda não publicadas, resultantes da sua primeira reportagem no Afeganistão em 1979/80, durante a invasão soviética, e que demonstram o pior e o melhor do ser humano. O lado religioso, o lado violento, o desespero, a descrença. Os trabalhos a preto e branco intensificam as cenas, os sentimentos, o momento, apesar de Steve McCurry o conseguir fazer noutros trabalhos a cores.

Passado o primeiro corredor, a desordem, os momentos, as cores e os olhos das pessoas representadas nas fotografias perseguem-nos. Lançamos uma vista panorâmica sobre todos os trabalhos: os já expostos, os que estão no chão, os que se encontram totalmente embrulhados e os que já foram parcialmente revelados por rasgões na sua proteção.

Por todo o lado existem ferramentas, fitas métricas e cordéis de aço que ajudarão a suportar o peso das quadros. As medições são feitas, os trabalhadores sobem para o elevador portátil para colocarem os trabalhos do fotógrafo de 67 anos no destino. Ao mesmo tempo, curiosos tiram fotografias e miram as obras embrulhadas.

Se por um lado, McCurry consegue captar a essência do ser através dos olhos, por outro a conjugação do ser humano com o cenário que o envolve chega a ser de cortar a respiração.

Cores não faltam, os retratos são todos singulares. McCurry já calcorreou o mundo: do já citado Afeganistão à Índia e ao Sudoeste Asiático, passando por África, Cuba, Itália, Brasil. Captou o ataque às Torres Gémeas a partir do seu escritório – e essas duas fotografias espelham bem o horror do momento -, captou a Guerra do Golfo, o Japão pós-tsunami, o drama das crianças-soldado e muitos outros momentos que fazem parte da história recente da humanidade.

A exposição “The Wold of Steve McCurry” está pela primeira vez em Portugal depois de ter passado por Itália – onde esteve mais de um ano e teve mais de um milhão de visitantes. Antes de chegar ao Porto, a mostra também passou pela capital da Bélgica e depois da Invicta vai partir para o país vizinho, mais concretamente para Barcelona e Madrid. Com curadoria de Biba Giaccheti, a exposição resulta de uma coprodução Civita Mostre, SudEst e Tempora.

As entradas para adultos custam 11 euros e para crianças 7 euros, mas se for com a família (duas crianças incluídas) o grupo paga 32 euros. Nos dias úteis, pode visitar a exposição das 9h00 às 18h00, aos fins de semana e feriados das 10h00 às 19h00.

 

Artigo editado por Filipa Silva

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Future Places: E se fizessemos um arquivo digital dos azulejos do Porto? https://jpn.up.pt/2017/10/16/future-places-fizessemos-um-arquivo-digital-dos-azulejos-do-porto/ https://jpn.up.pt/2017/10/16/future-places-fizessemos-um-arquivo-digital-dos-azulejos-do-porto/#respond Mon, 16 Oct 2017 12:45:57 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323045 O Future Places regressa terça-feira com várias propostas: dos habituais Citizen Labs a exposições, mostras e concertos. O JPN esteve à conversa com Heitor Alvelos sobre o legado de um evento que chega à 10ª edição.

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O Future Places está aí para a 10ª edição – arranca na terça-feira e prolonga-se até sábado -, fiel à sua matriz experimental e pedagógica. Desde 2008 que o evento quer “pôr os cidadãos a pensar o futuro a partir dos media digitais e analógicos” e este ano o objetivo não se altera.

Heitor Alvelos, professor da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, curador do Future Places, define-o como um “encontro improvável de cidadãos, de estéticas, de eventos”, uma junção “de ingredientes e agentes” que reunidos, costumam encontrar uma vida própria.

A programação deste ano inclui os já tradicionais Citizen Labs ou Laboratórios de Cidadania, que são oficinas de participação livre desenhadas para promover a “pedagogia da acessibilidade” ou, por outras palavras, a ideia de que “os media são ferramentas que têm vários níveis de uso que podem e devem estar ao serviço dos cidadãos”, explica o docente e investigador.

Dos azulejos do Porto a uma versão alternativa do Monopólio

Entre os 11 Citizen Labs deste ano, alguns destaques: na quarta-feira, entre as 10h00 e as 13h00, o projeto “Os Azulejos do Porto”, que já tem um posto no Instagram, ganha nova forma. A ideia é construir um arquivo digital público de todos os azulejos que cobrem as fachadas de edifícios da cidade do Porto. Realiza-se num dos espaços centrais do evento, o UPTEC Pink.

No dia seguinte, 19 de outubro, é a vez Sara Moreira apresentar o seu Commonspoly. Um jogo de tabuleiro, baseado no popular Monopólio, mas com uma proposta diferente: “imaginar um mundo baseado na cooperação, em vez da competição”. Os participantes serão convidados a juntar esforços para desenharem regras de um mundo melhor, com base nos nossos recursos comuns. É entre as 18h00 e as 20h00, no espaço Rosa Imunda.

A funcionar em contínuo ao longo do evento estará o projeto do desinger gráfico e artista visual, Miguel Januário, “±MAISMENOS±”. Desta vez, o objetivo passa pela recolha de assinaturas, durante o período do Future Places, para a criação de um partido com o nome do projeto de intervenção.

José Pacheco Pereira, que já no ano passado esteve no evento, volta a colaborar desta vez guiando uma visita à exposição que tem no Mira Fórum: “A Propoaganda nas Eleições Presidenciais dos EUA, 2016”.

O programa inclui ainda vários concertos. Logo na primeira noite, a 17, está agendado para o Passos Manuel, um concerto que envolve a Rádio Manobras, uma comunidade de cidadãos do Porto e um músico convidado que chegou esta semana do México: Steven Brown, dos Tuxedo Moon.

Quarta e quinta, há uma sessão de curtas-metragens, em associação com o Shortcutz, no Maus Hábitos. E na sexta, a tradicional mostra de videojogos, no mesmo local. Em paralelo, a mascote do Future Places, que acompanha o evento desde 2013, o Antifluffy, vai fazer, nesse espaço, à mesma hora, uma sessão de microfone aberto inspirada pela beat poetry dos Estados Unidos. “A nossa ideia é misturar estes dois ingredientes: um espaço de videojogos e um espaço de palco aberto de maneira a que cada um possa ser a banda sonora do outro”, conta Heitor Alvelos.

O sábado, dia de encerramento, conta com a participação da secretária de Estado para a Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rolo, e terminará com o concerto “The Longest Fade Out”.

Integrada no simpósio doutoral, destaque também para a sessão de abertura que este ano fica a cargo da professora Doreen Lorenzo, da Universidade do Texas em Austin. Esta “especialista na transferência de conhecimento” dedica a sua intervenção ao tema “Thinking About Design”.

Legado ao cabo de 10 edições

A Rádio Manobras, que começou por ser a rádio do Future Places e é hoje uma rádio comunitária, e o Citadocs, mais recente, que é um coletivo dedicado ao cinema documental do quotidiano na cidade do Porto, são exemplos de projetos-legado do evento. A Sonoscopia ou a Stopestra são outras criações com raízes no Future Places.

“A nossa missão tem sido essa muitas vezes: reunir pessoas, pô-las a conversar entre si, lançar ideias e depois as pessoas sabem o que têm de fazer. E não quero de forma nenhuma reclamar a autoria da Sonoscopia ou da Stopestra, mas de alguma forma as pessoas começaram a falar aqui”, observa Heitor Alvelos.

A 10ª edição do Future Places serve também de mote para uma exposição dos cartazes das edições anteriores como forma de “refletir o tempo” do próprio evento.

A iniciativa enquadra-se num novo esforço da organização de trabalhar uma arquivo físico – o digital está documentado no site do evento – tendo também em linha de vista a organização, no futuro, de uma mostra retrospetiva com objetos, produtos materiais de nove anos de Future Places, porque “os media não são exclusivamente o que está no ecrã”.

O Future Places é uma iniciativa da Universidade do Porto no âmbito do programa UT Austin-Portugal.

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PortOuvido [16 de outubro] https://jpn.up.pt/2017/10/16/portouvido-16-outubro/ https://jpn.up.pt/2017/10/16/portouvido-16-outubro/#respond Mon, 16 Oct 2017 11:25:08 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323134 No Dia Mundial da Alimentação, o PortOuvido oferece-te o menu para uma dieta saudável. O "Portuquês" é a nova rubrica do programa e promete encher o teu dicionário.

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O Dia Mundial da Alimentação relembra-nos a importância de uma dieta variada e equilibrada. Para as crianças, este é o dia em que se reforça o poder da alimentação no seu crescimento e desenvolvimento. O PortOuvido foi ouvir quais os sons que compõem a ementa de um infantário, durante a hora de almoço.

Não, não são só as tripas que são feitas à moda do Porto. Quem nasce nesta cidade é também talhado à moda do Porto. José Guimarães é tanto do Porto, quanto o Porto é dele. O arquiteto fala do seu crescimento na Invicta, dos lugares que valem a pena conhecer e do turismo que pode ser prejudicial à cidade.

Saudável ou não saudável? O PortOuvido foi “À Boleia” dos hábitos alimentares dos portuenses e das melhores dicas para uma alimentação equilibrada. Carnes brancas, peixe, fruta e vegetais são as grandes sugestões da Invicta. Se queres ter uma alimentação saudável, o À Boleia tem mais recomendações para a tua dieta.

O “Portuquês” quer que te sintas em casa. A nova rubrica do PortOuvido quer que conheças todas as expressões portuenses, para que nunca sejas apanhado desprevenido. Com uma pronúncia do norte, o PortOuvido foi ouvir o que significa “encher a mula”.

Este programa tem a parceira da Engenharia Rádio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O “adeus” do Boavista à Taça de Portugal https://jpn.up.pt/2017/10/16/adeus-do-boavista-taca-portugal/ https://jpn.up.pt/2017/10/16/adeus-do-boavista-taca-portugal/#respond Mon, 16 Oct 2017 09:11:54 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323113 O percurso do Boavista na Taça teve, este domingo, um início e um fim. Em Vila Verde, o golo de Rafael Vieira igualou dois clubes de divisões muito diferentes.

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Em Vila Verde quem manda é o Vilaverdense. O emblema da vila minhota eliminou o Boavista na terceira eliminatória da Taça de Portugal (1-0) e não deixou ninguém esquecer que, no futebol, os pequenos também podem ser grandes.

Surpresa, surpresa

O Campo da Cruz de Reguengo fazia lembrar futebol à moda antiga. É que além das bancadas preenchidas, havia ainda uns quantos adeptos empoleirados nas grades para não faltar ao encontro.

No relvado, esteve tudo muito embrulhado a meio-campo até à dezena de minutos. As investidas aqui e ali do Vilaverdense eram contrariadas pelos onze homens de Jorge Simão que, recuperando o domínio da bola, deixavam avisos claros de perigo aos minhotos. Prova disso é que, à passagem do minuto 10, a trave da baliza de Pedro Freitas negou o golo a Rui Pedro.

Mesmo assim, as oportunidades para cada uma das equipas inverteram-se ao longo do tempo. Um cabeceamento de José Pedro e um remate fora da área da autoria de Fábio Espinho iam dando dinâmica à eliminatória.

O relógio aproximava-se a passos largos do intervalo quando, nas bancadas, se gritou golo para os da casa. Ahmed converteu um livre na esquerda e o central Rafael Vieira, ao segundo poste, deu-lhe a melhor finalização. Em cima dos descontos, o Vilaverdense adiantou-se no marcador e eram os de verde e branco a fazer a festa.

Pressão boavisteira sem efeito

Os onzes regressavam do balneário com afazeres distintos. Por um lado, o Vilaverdense procurava dar mais um passo feliz na competição. Por outro, o Boavista reentrava em campo com a responsabilidade de justificar o favoritismo de clube da primeira liga.

Sem oportunidades flagrantes de golo, os nortenhos pressionaram alto e já iam no oitavo canto para a grande área. Rui Pedro ainda tentou o cruzamento para Mateus empatar o encontro, mas o angolano não chegou onde devia. A bola saiu pela linha de fundo e o marcador manteve-se inalterado.

Os axadrezados carregaram nas linhas ofensivas e já eram donos dos últimos trinta metros do terreno. Só que o clube do terceiro escalão ia aguentando como podia até ao final: mantendo o bloco médio-baixo coeso para segurar a vantagem pela margem mínima.

Os cinco minutos de compensação do Vilaverdense FC – Boavista FC descrevem-se assim: Rui Costa, líder da equipa de arbitragem, expulsou Jorge Simão por protestos; Vagner foi mais um avançado no último canto do Boavista; Rui Pedro viu cartão amarelo e a euforia da vitória ficou para os adeptos da casa.

Na histórica receção do Vilaverdense a um emblema do principal escalão do futebol português, um golo sem resposta deu ao clube da vila a terceira vitória consecutiva na Taça de Portugal e o primeiro passaporte para a quarta eliminatória da prova. Costuma dizer-se que à terceira é de vez.

A prova-rainha do futebol português vai sorrindo aos vilaverdenses. O plantel de António Barbosa afastou da Taça de Portugal o Bragança (2-0), o Esmoriz (0-1) e o Boavista (1-0). Já o clube de Bessa, está afastado da Taça da Liga (foi eliminado pelo Sp. Braga) e agora da Taça de Portugal. Sobra o campeonato para os homens de Jorge Simão.

“O sonho fica para trás”

Jorge Simão assumiu que tinha a ambição de chegar mais longe na Taça de Portugal: “Encarámos este jogo com responsabilidade e seriedade. Por aí, não há nada que se possa tocar nos jogadores. Corremos, trabalhámos, tentámos de todas as formas.”

Em Vila Verde, o técnico axadrezado reconheceu o momento menos bom da equipa, mas defende que o pensamento tem de estar nos próximos jogos. “É um momento duro, difícil, mas no futebol não há equipa nenhuma que não passe por momentos destes. A questão que se coloca é a reação que vamos ter de ter, é isso que me preocupa. Há muita coisa ainda para se fazer nesta época. A Taça de Portugal fica pelo caminho, o sonho fica para trás, o nosso e o dos adeptos que foram incansáveis no apoio à equipa.”

“Foi histórico o que fizemos”

Após o apito final no encontro, António Barbosa, técnico do Vilaverdense, não escondeu a satisfação pela passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal: “Estou muito feliz essencialmente por ver a felicidade dos jogadores. Acreditámos sempre desde o início, este grupo é especial. Foi histórico o que fizemos, porque é a primeira vez que o clube chega a esta eliminatória.”

A vencer pela margem mínima ao intervalo, o treinador reforçou a defesa para garantir a vitória: “não conseguimos bloquear a saída do Boavista, por isso reforcei a defesa com a entrada de um central para os cruzamentos”. Táticas de um clube que quer “ganhar em todos os campos e contra qualquer adversário. Quando ganhamos ficámos contentes, mas não somos a melhor equipa do mundo, assim como quando perdemos não somos a pior”, remata o técnico.

 

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Fórum do Outono: Economia do Mar é fundamental para o país https://jpn.up.pt/2017/10/14/forum-do-outono-economia-do-mar-fundamental-pais/ https://jpn.up.pt/2017/10/14/forum-do-outono-economia-do-mar-fundamental-pais/#respond Sat, 14 Oct 2017 18:51:02 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323092 “Engenharia Oceânica: Desafios & Oportunidades” foi o tema de debate da 3ª edição do Fórum do Outono, realizado esta quarta-feira, na Biblioteca Almeida Garrett. 

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A exploração sustentável da zona económica exclusiva portuguesa é indispensável para o crescimento económico do país. Esta foi uma das principais conclusões do 3º encontro do Fórum do Outono, que reuniu dezenas de personalidades nacionais ligadas a instituições e empresas de diversos setores económicos na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.

Em debate estiveram as potencialidades do mar na produção de energia e a utilização dos portos e transportes marítimos em aspetos como segurança, navegação autónoma, monitorização, logística, entre outros.

António Nogueira Leite, presidente da Fórum Oceano, associação sem fins lucrativos que visa a promoção do desenvolvimento da Economia do Mar, defendeu a importância de “aproveitar a enorme plataforma de Oceano Atlântico” que Portugal tem sob a sua jurisdição, bem como “acelerar a dinâmica de colaboração e atrair novos investidores” para que o conhecimento que existe “possa ser alavancado e gere a prazo mais emprego e mais riqueza.”

Nogueira Leite reconheceu que o Estado tem dado uma importância cada vez maior ao setor, ainda que, por vezes, não tenha “meios” para o fazer. Por outro lado, considera que “o setor privado está relativamente depauperado” e que o investimento privado nesta área é quase inexistente.

Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, esteve presente no encerramento do Fórum e admitiu que Portugal ainda tem um longo caminho para percorrer, sendo que neste momento apenas investe 1,3% da sua riqueza produzida em investigação e desenvolvimento.

O objetivo é, até 2030, atingir um investimento de 3% do PIB. “Conseguirmos isso é tornarmos Portugal um país verdadeiramente inovador, uma referência na Europa”. “Ensinar, investigar, inovar” são fatores-chave para o ministro, determinantes para o crescimento social e económico do país.

Um exemplo da importância da investigação no crescimento económico é a Alma Design, uma empresa centrada no design de produto e em gestão de design, que coopera com a Fórum Oceano.

Rui Marcelino, um dos fundadores da empresa, considera que alguns projetos de investigação e desenvolvimento que estão atualmente nos mercados permitiram à sua empresa “ganhar competências para depois gerar produtos” e representam um “acréscimo de valor para a economia e para os cidadãos.”

O representante da Alma Design é da opinião que o setor ligado ao mar precisa de um “empurrão” para chegar onde outros setores se encontram atualmente, não bastando a Portugal ter créditos e confiança na área, dado o seu “passado histórico neste setor”.

Rui Marcelino salienta a importância da dinamização de parcerias estratégicas e a colaboração entre parceiros, às quais se pode juntar a criação de economias de escala ou a competitividade a nível internacional.

E para sermos competitivos e atrativos “é preciso estarmos informados”, uma vez que o investimento nestas áreas vem, maioritariamente, do exterior, reforçou José Manuel Mendonça, presidente do INESC TEC.

O investigador sublinhou que “a ignorância nunca é boa num negócio. Temos de estar apetrechados com conhecimentos técnicos e científicos para podermos saber o valor das coisas e conseguirmos negociar, mesmo que precisemos de outros investidores e outras empresas estrangeiras para explorar esse oceano que é nosso”.

O painel de abertura da conferência contou com Pedro Guedes de Oliveira, professor emérito da Universidade do Porto (UP) e membro da direção do INESC TEC, e com Maria João Ramos, vice-reitora da UP, que frisaram a importância que este tipo de eventos têm para a universidade e para a sociedade em geral.

Nogueira Leite, da Fórum Oceano, afirmou também a importância de eventos como o Fórum do Outono por reunirem “um conjunto de entidades que, ao expressarem aquilo que fazem e ao se conhecerem melhor, podem criar uma dinâmica colaborativa mais interessante, que depois tenha resultados práticos em termos de criação de projetos novos.”

Foi o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que encerrou o Fórum, reconhecendo o INESC TEC como um exemplo de inovação e de trabalho que promove a ciência em Portugal, e sublinhando a importância de serem criados mais institutos idênticos no país.

O Fórum INESC TEC do Outono, cuja primeira edição decorreu no ano de 2015, é um encontro anual de debate de temas de interesse público, tanto da perspetiva da economia como das políticas públicas, entre os quais ciência e tecnologia. O evento procura ser um espaço onde se colocam “em confronto a sociedade civil, os agentes económicos, as entidades públicas, bem como o sistema nacional de ciência e ensino superior”.

Artigo editado por Filipa Silva

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Mostra de Cinema Anti-Racista quer chegar a mais gente e já pensa na itinerância https://jpn.up.pt/2017/10/14/mostra-cinema-anti-racista-quer-chegar-gente-ja-pensa-na-itinerancia/ https://jpn.up.pt/2017/10/14/mostra-cinema-anti-racista-quer-chegar-gente-ja-pensa-na-itinerancia/#respond Sat, 14 Oct 2017 17:58:06 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323085 Este fim de semana o Teatro Rivoli tem entrada gratuita para a Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista (MICAR). O festival de cinema, organizado pela SOS Racismo do Porto, quer promover o debate anti-racista através da cultura.

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Na quarta edição do MICAR, que decorre até domingo, 15, no Teatro Rivoli, no Porto, foram selecionados 17 filmes com vista a “desconstruir conceitos e desmistificar paradigmas”, explica Marta Pereira, da SOS Racismo, ao JPN.

Em 2014, quando nasceu a ideia de um festival de cinema, a organização composta somente por voluntários enfrentou diversas dificuldades. Não podendo contar com apoios externos, foi necessário “procurar dentro da organização pessoas que estivessem realmente disponíveis e interessadas em promover” o evento.

Para além da questão logística – o espaço é cedido pela Câmara do Porto -, a organização não dispõe de qualquer apoio, apenas das verbas que vem da “cotização dos sócios, revistas e algum merchandising.”

Agora, um dos principais objetivos do festival é chegar a toda a gente. Com informação espalhada por toda a cidade e sessões gratuitas,  Marta Pereira  espera ter “todos os ingredientes para que qualquer pessoa que se interesse minimamente pelo tema possa ir”.

No MICAR, o debate de opiniões diferentes é encorajado. “Quando se debate um tema dentro da mesma linha de pensamento e em que todos concordam é um bocadinho… diria quase estúpido, porque a discussão não leva a lado nenhum”, observa a ativista.

Ainda assim, o MICAR “não deixa de ser cinema, não deixa de ser uma sala escura com um ecrã, e não deixa de ter a magia de uma sessão de cinema.”

Este ano, o MICAR dá destaque ao totalitarismo, tendo em conta a ascensão da extrema-direita em alguns países da Europa. A seleção de filmes revelou-se dificil, pois a SOS Racismo considera “um desperdício” não incluir filmes que estejam bem feitos mas trabalham outras áreas ou problemáticas.

“Não diria que há propriamente uma mudança de ano para ano, acho que há essencialmente a expectativa que se tem mantido mais ou menos alta, que é a qualidade dos filmes. A qualidade, a abrangência e a diversidade dos temas e do cinema em si”, afirma a ativista. De facto, ao longo dos anos o festival tem vindo a crescer e “agora a maioria das sessões esgota”, pelo que o público é aconselhado a levantar os bilhetes com antecedência.

Sobre o futuro, o MICAR sonha agora alargar-se a outros pontos do país. Fala-se de um MICAR itenerante, com possível extensão a Lisboa. Marta Pereira ressalva as dificuldades logísticas de uma descentralização do projeto, mas admite que “é um sonho que eventualmente vai ser possível realizar.”

Por enquanto, o MICAR está no Porto já este fim de semana, para combater o racismo com a cultura, numa mostra de cinema gratuita no Teatro Rivoli.

Artigo editado por Filipa Silva

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Gente Comum: O que pensam os portuenses dos direitos e condições dos animais da cidade? https://jpn.up.pt/2017/10/14/gente-comum-pensam-os-portuenses-dos-direitos-condicoes-dos-animais-da-cidade/ https://jpn.up.pt/2017/10/14/gente-comum-pensam-os-portuenses-dos-direitos-condicoes-dos-animais-da-cidade/#respond Sat, 14 Oct 2017 17:47:01 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323055 O bem-estar dos animais é responsabilidade de todos os portuenses. A substituição do velho canil municipal por um Centro de Recolha Oficial de Animais é uma das preocupações da Câmara do Porto. O Gente Comum andou pelas ruas da cidade para perceber qual a posição dos portuenses sobre esta temática.

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A Câmara do Porto anunciou, na passada segunda-feira, a abertura de concurso para a construção de um novo Centro de Recolha Oficial de Animais, em  substituição do velho canil municipal. A estrutura será construída na Travessa de Águas Férreas de Campanhã – onde está o Viveiro Municipal – e tem como principal objetivo melhorar as condições de acolhimento e bem-estar dos animais da cidade.

As opiniões são unânimes. Os portuenses apoiam a defesa dos animais e acreditam que os agressores devem ser punidos. Sobre a compra de animais, há quem analise a questão de um ponto de vista moral e quem entenda que se trata de um direito de escolha individual.

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FC Porto segue em frente na Taça: Sem espinhas https://jpn.up.pt/2017/10/14/fc-porto-segue-frente-na-taca-sem-espinhas/ https://jpn.up.pt/2017/10/14/fc-porto-segue-frente-na-taca-sem-espinhas/#respond Sat, 14 Oct 2017 08:58:31 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323081 O FC Porto 'despachou' o Lusitano de Évora, esta sexta-feira, com uns esclarecedores 6-0 e qualificou-se para a quarta eliminatória da Taça de Portugal. Os dragões ficam, agora, à espera do sorteio para conhecerem o adversário da próxima fase.

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Já está. Os comandados de Sérgio Conceição deram mais um passo com sucesso desta vez na Taça de Portugal ao baterem o Lusitano de Évora – clube que disputa o campeonato distrital – esta sexta-feira à noite, por 6-0. Competição nova, profissionalismo de sempre. De forma muito resumida, pode dizer-se que o FC Porto foi, sobretudo, muito competente.

O treinador dos dragões deu, neste jogo, oportunidade a jogadores menos utilizados. Do onze tipo dos dragões, apenas começaram o jogo Aboubakar, Brahimi e o capitão Marcano, sendo que nenhum deles o acabou.

Ricardo Pereira também foi chamado a jogar de início, mas desta vez alinhou no corredor esquerdo, dando espaço na direita ao jovem Diogo Dalot.

Este 11 passou uma mensagem clara: o 4-3-3 chegou para ficar. Nem numa partida teoricamente mais acessível, Sérgio Conceição abdicou do seu trio de médios que tanta segurança tem dado à zona intermediária.

Desta vez, Óliver e Otávio (bem melhores na segunda parte do que na primeira), dois criativos, surgiram à frente do trinco improvisado André André mas o destaque foi sempre Brahimi. O argelino esteve muito endiabrado na primeira parte e a sua sociedade com Aboubakar dá cada vez mais frutos. Num minuto apenas (entre os 20 e os 21), os africanos do FC Porto resolveram o jogo: dois golos de Aboubakar e Brahimi nos dois lances – assistiu o camaronês no primeiro e serviu Dalot no segundo, que cruzaria com competência para a cabeça do avançado – a materializarem uma grande entrada dos dragões.

Se o Lusitano, com 2-0 ao intervalo, ainda podia sonhar com um golo na segunda parte que reabrisse a partida, a verdade é que Marcano, logo a abrir o segundo tempo, acabou com todas essas esperanças.

Estava feito o 3-0 e em todo o estádio já se sentia que o vencedor estava definido. Até final, tempo ainda para golos de Otávio, Galeno e, mesmo a acabar, de Hernâni – uma obra de arte de calcanhar mais festejada pela equipa do que pelo próprio.

A festa da Taça não foi ao Alentejo mas a força eborense deslocou-se até à capital. Foi bonita a festa que os adeptos das duas equipas fizeram no Estádio do Restelo numa demonstração de fair-play que serve de exemplo para o futebol português. Final de contas: FC Porto segue em frente na Taça de Portugal, tal como o Sporting tinha feito na véspera e fica agora à espera de conhecer o adversário da quarta eliminatória.

“Houve seriedade durante os 92 minutos”

No final do encontro, Sérgio Conceição era um homem satisfeito com a exibição da sua equipa e, sobretudo, dos jogadores mais jovens: “Foi uma vitória importante porque teve várias situações que me agradaram, falo dos jogadores da equipa B e também de jogadores menos utilizados, que deram uma resposta fantástica”, declarou aos jornalistas.

O técnico deixou mesmo “uma palavra especial” a António Folha e restante equipa técnica da equipa B pelo “trabalho muito bom” que está a ser feito “com estes miúdos”.

Diante deu adversário do campeonato distrital, Sérgio Conceição considerou que a sua equipa deu uma resposta séria: “O mínimo que devíamos ter era seriedade e respeito pelo adversário, são as primeiras caraterísticas para se ganhar o jogo. São forças diferentes e fica aqui uma palavra de apreço pelo esforço que o Lusitano fez. Nós também fizemos o nosso papel, fomos sérios, determinados e ambiciosos, mesmo quando estávamos a ganhar por uma diferença que poderia deixar-nos descansados”, analisou.

O FC Porto segue em frente na Taça mas agora vira-se para a Liga dos Campeões. A preparação do jogo diante do Leipzig (terça-feira, 19h45) arranca já este sábado.

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Feira de Emprego Universitário quer recrutar 3 mil finalistas e recém-diplomados https://jpn.up.pt/2017/10/13/feira-emprego-universitario-quer-recrutar-3-mil-finalistas-recem-diplomados/ https://jpn.up.pt/2017/10/13/feira-emprego-universitario-quer-recrutar-3-mil-finalistas-recem-diplomados/#respond Fri, 13 Oct 2017 14:39:48 +0000 https://jpn.up.pt/?p=323050 A FINDE.U decorre terça e quarta-feira na Exponor. Engenharia, tecnologias de informação e comunicação, gestão, economia, marketing, retalho e indústria são as áreas com o maior número de vagas.

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Mais de 150 empresas, associações profissionais e organismos públicos vão estar esta terça e quarta-feira na FINDE.U – Feira Internacional de Emprego Universitário. O objetivo é recrutar mais de 3 mil finalistas e recém-diplomados universitários. Engenharia, tecnologias de informação e comunicação, gestão, economia, marketing, retalho e indústria são as áreas com o maior número de vagas, quer nacionais, quer internacionais.

Organizada pela Universidade do Porto, em parceria com as universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e de Vigo, a FINDE.U decorre na Exponor e tem portas abertas nos dois dias do evento entre as 10h00 e as 18h00.

A feira é de entrada livre e destina-se a todos os interessados – universitários e público em geral – em novas oportunidades de carreira.

Durante dois dias, os visitantes terão a oportunidade de contactar com potenciais empregadores e conhecer as vagas disponíveis, que podem ir desde empregos a tempo inteiro até a bolsas de investigação ou programas de estágios nacionais e internacionais.

É recomendado pela organização que os interessados registem o currículo numa plataforma online antes da visita, para facilitar o contacto com empresas e a possível candidatura a vagas, tudo por via digital.

A Universidade do Porto disponibiliza transporte gratuito a todos os interessados em visitar a FINDE.U. Com viagens de ida e volta com partidas dos polos da Asprela e do Campo Alegre até à Exponor, os autocarros circulam, em permanência, a cada 30 minutos.

O Reitor da Universidade do Porto, Sebastião Feyo de Azevedo, visita oficialmente o recinto da feira às 16h00 do dia 17 de outubro, terça-feira, acompanhado por representantes da UTAD e da Universidade de Vigo.

De acordo com a organização do certame, a edição do ano passado da feira juntou mais de 5 mil visitantes. Com mais vagas e mais recrutadores, a FINDE.U realiza-se, sob os mesmos moldes, nos dias 24 e 25 de outubro, na cidade de Vigo.

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