JPN – JornalismoPortoNet https://jpn.up.pt Jornal Digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, da Universidade do Porto. Sat, 25 Mar 2017 21:33:51 +0000 pt-PT hourly 1 Ao minuto: Portugal 3-0 Hungria (resultado final) https://jpn.up.pt/2017/03/25/ao-minuto-portugal-hungria/ https://jpn.up.pt/2017/03/25/ao-minuto-portugal-hungria/#respond Sat, 25 Mar 2017 19:14:50 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313609 Portugal recebe este sábado a Hungria, na caminhada para o Mundial da Rússia. As quinas tentam a quarta vitória seguida no apuramento. Acompanhe o jogo ao minuto no JPN.

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Portugal Fashion: Os “bloomers” já fazem parte desta festa https://jpn.up.pt/2017/03/25/portugal-fashion-os-bloomers-ja-fazem-parte-desta-festa/ https://jpn.up.pt/2017/03/25/portugal-fashion-os-bloomers-ja-fazem-parte-desta-festa/#respond Sat, 25 Mar 2017 16:12:53 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313613 O Palácio dos CTT foi o cenário escolhido para os desfiles Bloom, esta quinta-feira. A 40ª edição do Portugal Fashion voltou a apostar no talento nacional e recebeu 11 coleções de jovens criadores.

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Os desfiles começaram às 14h30, com a apresentação de Olimpia David e da marca Amorphous, criada por Carla Alves. Seguiram-se os desfiles de Nycole, Eduardo Amorim, Maria Kobrock, Beatriz Bettencourt, Mariana Almeida e Pedro Neto. David Catalán, Sara Maia e Inês Torcato foram os protagonistas dos desfiles da noite. Os “bloomers” – nome pelo qual os jovens criadores já são apelidados ­­­– voltaram a marcar presença no Portugal Fashion.

Nesta edição, o evento de moda optou por dar ao espaço Bloom uma maior relevância no programa e, pela segunda vez consecutiva, dedicou um dia e local exclusivos para a plataforma de jovens criadores. Criado em outubro de 2010, o Bloom tem vindo a crescer e a renovar o panorama da moda nacional. Desde a 27ª edição, já deu a conhecer ao público o trabalho de 39 jovens designers e de seis marcas de novos criadores.

Pedro Neto acredita que a iniciativa pode elevar a sua carreira. Foto: Maria Campos

Pedro Neto destaca a importância do espaço Bloom para a sua carreira ao “nível da imprensa e de vários contactos”. Para o jovem criador, o facto de a coleção ser apresentada a uma quinta-feira é indiferente. “Obviamente que poderia encher mais se fosse ao fim-de-semana, mas eram pessoas apenas curiosas em ver como funciona e apenas um entretenimento, não como compradores”, disse. O designer sabe que “a imprensa vai lá estar”, assim como os buyers (clientes).

David Catalán pensa no Bloom como o primeiro passo no Portugal Fashion. Foto: Maria Campos

David Catalán, espanhol, estudou em Portugal no âmbito do projeto Erasmus e ficou encantado. Decidiu ficar, mas confessa que é uma “loucura às vezes”.

O jovem criador considera que a “criação está apropriada para esta passerelle [espaço Bloom]”, mas reconhece que teria maior visibilidade se fosse apresentada no “palco” principal. Para Catalán, o apoio do Portugal Fashion foi fundamental. “Emprestaram-nos o espaço, os manequins, o cabeleireiro”, disse o designer.

“A passerelle principal é onde nós queremos todos chegar”

Já Sara Maia reconhece que “o espaço Bloom é a plataforma de lançamento para qualquer jovem criador em Portugal”. Aliás, acredita mesmo que se o Portugal Fashion não existisse, seria impossível apresentar a sua coleção. Para a designer, uma das principais vantagens do projeto Bloom é o renome que lhe dá. A estilista admite que “a passerelle principal é onde nós queremos todos chegar, por isso é que nós começamos aqui”.

Inês Torcato apresentou o último desfile do dia e acredita que o espaço Bloom é “uma das maiores montras de Portugal”. A estilista, que ficou em segundo lugar no Concurso Bloom em março do ano passado, não vê qualquer inconveniente no facto de a sua coleção ser apresentada durante a semana. “Os jornalistas, imprensa nacional ou internacional ou até pessoas relacionadas com a moda, que têm realmente alguma influência no panorama da moda nacional e internacional são pessoas que trabalham e vivem com disponibilidade para este tipo de horários”.

A jovem designer concorda com Sara Maia e reconhece que o objetivo do espaço Bloom é que os criadores caminhem sozinhos e passem para a passerelle principal do Portugal Fashion. Lembra que em Portugal “existem muitos concursos (…) que são bons e dão muitas oportunidades, mas que não dão acesso a uma continuidade”, ao contrário do projeto Bloom.

Hugo Costa, Daniela Barros, Estelita Mendonça, Susana Bettencourt, Carla Pontes e Mafalda Fonseca são exemplos de estilistas que começaram no espaço Bloom e passaram para a passerelle principal.

Os desfiles da 40ª edição do Portugal Fashion continuam este sábado no Silo Auto e na Alfândega do Porto.

Artigo editado por Rita Neves Costa

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Gente Comum: Será que o turismo justifica a pressão do imobiliário? https://jpn.up.pt/2017/03/25/gente-comum-sera-turismo-justifica-pressao-do-imobiliario/ https://jpn.up.pt/2017/03/25/gente-comum-sera-turismo-justifica-pressao-do-imobiliario/#respond Sat, 25 Mar 2017 13:05:08 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313573 Com o crescimento do turismo no Porto, cresce a pressão imobiliária sobre os moradores do centro. O Gente Comum saiu à rua para perceber qual a posição dos portuenses sobre esta temática.

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60 anos: O que é que os estudantes sabem sobre a União Europeia? https://jpn.up.pt/2017/03/25/60-anos-da-uniao-europeia-os-estudantes-sabem-ue/ https://jpn.up.pt/2017/03/25/60-anos-da-uniao-europeia-os-estudantes-sabem-ue/#respond Sat, 25 Mar 2017 13:04:13 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313554 Faz este sábado 60 anos da assinatura do Tratado de Roma, feito para promover a estabilidade na Europa, após a II Guerra Mundial. O JPN foi perceber o que é que os estudantes da UP sabem sobre a União Europeia.

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Foi há 60 anos que se assinou o tratado que deu origem à atual União Europeia. O Tratado de Roma de 1957 tinha por objetivo criar um mercado comum, onde tanto os cidadãos dos países que dele faziam parte, como os bens e serviços pudessem circular livremente.

A criação desta união surge no pós-Segunda Guerra Mundial como uma forma de os países cooperarem uns com os outros e evitar assim possíveis conflitos. Perseguiam-se ideais de paz, união e prosperidade.

Inicialmente, a ligação entre os países era aduaneira com a constituição da Comunidade Económica Europeia (CEE), herdeira da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) que data do início da década de 50. Essa união passou mais tarde a ser também política.

Alemanha, Países Baixos, Bélgica, França, Luxemburgo e Itália foram os vanguardistas daquela que é, atualmente, a união de 28 países europeus.

Foi em 1993, com a entrada em vigor do Tratado de Maastricht, que a designação da CEE passou a ser União Europeia, com a cooperação entre os Estados-membros a ser alargada a outras áreas, tais como a saúde, o ambiente, a educação ou a justiça.

 Portugal na UE

Depois do 25 de Abril de 1974, Portugal atravessou um período de grande instabilidade política. Em 1985, foi assinado o Tratado de Adesão à Comunidade Europeia e a 1 de janeiro de 1986, Portugal passou a fazer parte da Comunidade Económica Europeia. A adesão portuguesa à UE ajudou à estabilidade democrática e económica.

Portugal pertence ao espaço Schengen – política de abertura de fronteiras e livre circulação de cidadãos entre os países que dele fazem parte – desde 26 de março de 1995. Os portugueses aderiram ainda à moeda única em 1999, mas só em 2002 é que o Euro entrou em circulação.

A União Europeia é identificada através de alguns símbolos, o mais conhecido é o da bandeira com o círculo das 12 estrelas em fundo azul – que representa a solidariedade, unidade e harmonia entre os europeus. O 12 não está associado ao número de países que constituem esta união, simboliza antes a perfeição e a unidade.

O “Hino à Alegria” é outro dos símbolos que representam a União Europeia. Foi composto por Ludwig Van Beethoven e é uma parte da Nona Sinfonia do compositor para o poema de Friedrich Schiller com o mesmo nome. Inicialmente, o hino era apenas associado ao Conselho Europeu, mas a União Europeia fez também dele um dos seus símbolos.

O “Hino à Alegria” não tem letra, o que pode indicar uma escolha propositada para um dos símbolos da UE. Devido às várias línguas dos Estados-membros, a melodia permite que seja lida e tocada de igual forma, sem recurso a um idioma. Este hino simboliza ainda a paz e a liberdade entre os povos da Europa.

Pode ler-se no site oficial da União Europeia que “por ocasião deste aniversário, é com orgulho que a Europa olha para o passado e com esperança que encara o futuro”. “Faz 60 anos que criámos uma União que promove a cooperação pacífica e o respeito pela dignidade humana, a liberdade, a democracia, a igualdade e a solidariedade entre nações e povos europeus. Cabe-nos agora a nós projetar um futuro comum e melhor para a Europa”, refere a mesma fonte.

Artigo editado por Rita Neves Costa

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Noticiário: 106 anos da Universidade do Porto https://jpn.up.pt/2017/03/24/noticiario-106-anos-da-universidade-do-porto/ https://jpn.up.pt/2017/03/24/noticiario-106-anos-da-universidade-do-porto/#respond Fri, 24 Mar 2017 20:49:22 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313601 A Universidade do Porto celebra 106 anos. Em entrevista, o reitor da UP comenta a situação das propinas. O JPN esteve ainda na cantina da FDUP, em ações de voluntariado estudantil e na sessão comemorativa.

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Quatro em Linha: Subsídios para quem nem trabalha, nem estuda? https://jpn.up.pt/2017/03/24/quatro-linha-subsidios-trabalha-estuda/ https://jpn.up.pt/2017/03/24/quatro-linha-subsidios-trabalha-estuda/#respond Fri, 24 Mar 2017 18:39:04 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313580 Subsídios para quem nem trabalha, nem estuda é o tema deste mês do Quatro em Linha. As nossas convidadas debatem a sua posição relativamente ao programa “Empreende Já”.

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Dez milhões para a remoção de resíduos perigosos em S. Pedro da Cova https://jpn.up.pt/2017/03/24/dez-milhoes-remocao-residuos-perigosos-s-pedro-da-cova/ https://jpn.up.pt/2017/03/24/dez-milhoes-remocao-residuos-perigosos-s-pedro-da-cova/#respond Fri, 24 Mar 2017 18:31:13 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313548 Estão em causa cerca de 125 mil toneladas de resíduos. Ao JPN o presidente da Junta de Freguesia de São Pedro da Cova considera que "foi dado um passo de gigante no sentido de resolver este problema grave".

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O Ministério do Ambiente anunciou, esta quinta-feira, a alocação de 10 milhões de euros do Fundo Ambiental para a remoção definitiva de 125 mil toneladas de resíduos perigosos nas antigas minas de S. Pedro da Cova, em Gondomar. Entre outubro de 2014 e maio de 2015 já tinha sido feita uma parte da limpeza mas ficou bastante aquém da solução definitiva que se pretendia para o problema.

Segundo garantiu o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, em julho será lançado o concurso público e até ao final do ano de 2018 os resíduos estarão totalmente removidos de S. Pedro da Cova.

Em declarações ao “Jornal de Notícias”, o ministro do Ambiente reconheceu que existia “risco para a saúde pública” devido à tipologia de resíduos ali depositados pela extinta Siderurgia Nacional da Maia entre 2001 e 2002.

O estudo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) confirma que os resíduos são de facto muito perigosos e estima que ali estejam depositadas 125 mil toneladas de lixo.

O presidente da União de Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova, Daniel Vieira, disse ao JPN que “para além do processo de remoção havia um compromisso do governo relativamente à questão da monitorização ambiental” e que existe uma “garantia de que a contaminação das estruturas circundantes não chegou a acontecer, apesar de o risco ser real”.

Daniel Vieira considera ainda que com esta decisão “foi dado um passo de gigante no sentido de resolver este problema grave”.

A zona contaminada engloba terrenos contíguos ao antigo complexo industrial mineiro de S. Pedro da Cova, onde durante mais de 100 anos funcionou uma das principais minas de carvão do país. Apesar do encerramento há mais de quatro décadas ainda existe um conjunto de edifícios característicos da atividade.

Sobre esta matéria, o presidente da junta revelou ao JPN que “para além do plano ambiental, há um objetivo claro de requalificar esta zona no plano cultural por constituir um exemplar único da história industrial mineira”. Segundo Daniel Vieira “não havia melhor compensação do que a requalificação desse património e respetiva devolução à população, para que também ali pudesse ser criado um pólo atrativo turístico e cultural para preservação da memória”, concluiu.

Artigo editado por Filipa Silva

 

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Dia do Estudante: “Se os alunos estiverem domesticados, não chegam a sítio nenhum” https://jpn.up.pt/2017/03/24/dia-nacional-do-estudante-os-alunos-estiverem-domesticados-nao-chegam-sitio-nenhum/ https://jpn.up.pt/2017/03/24/dia-nacional-do-estudante-os-alunos-estiverem-domesticados-nao-chegam-sitio-nenhum/#respond Fri, 24 Mar 2017 18:21:38 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313505 O JPN esteve à conversa com dois professores da UP. Lecionam na FEUP, estão separados pelos anos de carreira e pela faixa etária, e apontam a inovação como o caminho a seguir pelos alunos.

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O Dia Nacional do Estudante celebra-se esta sexta-feira. É um dia que é comemorado desde 1987, sendo também um dia em que os movimentos estudantis nacionais comemoram as lutas dos estudantes que ocorreram durante a ditadura do Estado Novo.

De forma a celebrar o dia, o JPN esteve à conversa com dois professores de gerações diferentes onde foram abordados vários assuntos: as diferenças entre as faixas etárias do passado e do presente e os conselhos mais necessários aos atuais estudantes estiveram em destaque.

Adélio Mendes, professor catedrático da FEUP, venceu o Prémio Universidade de Coimbra

Adélio Mendes, professor catedrático da FEUP, venceu o Prémio Universidade de Coimbra Foto: Álvaro Martino

Adélio Mendes, professor catedrático na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), com 52 anos, aponta como principal fator diferenciador o facto de antes existir “mais capacidade de pensar”. “Agora vejo os meus estudantes focados em saber responder do que em saber perguntar”, reconhece.

Já Pedro Amorim, um dos docentes mais novos da Universidade do Porto que também dá aulas na FEUP, com 31 anos, refere que a principal diferença se situa “na flexibilidade dos estudantes, ou seja, na capacidade de ir buscar soluções mais rapidamente”.

“Os alunos [atualmente] são mais destemidos do que há sensivelmente dez anos”, refere o professor de Engenharia e Gestão Industrial.

Questionados sobre a importância de os estudantes terem espírito de iniciativa ou não, ambos concordam que é fulcral que os estudantes queiram inovar. Pedro Amorim defende que “ter espírito de iniciativa é claramente valorizado desde a academia até entrar no mundo profissional”. É uma posição apoiada pelas palavras de Adélio Mendes, que afirma que “se [os alunos] não tiverem [espírito de inovação], se estiverem domesticados, não chegam a sítio nenhum”.

Uma das fotografias de Pedro Amorim enquanto estudante. Foto cedida por Pedro Amorim

Em relação aos conselhos que podem dar aos alunos que ingressaram há pouco tempo na Universidade do Porto, o professor catedrático da FEUP diz que não os dá aos alunos, prefere provocar “esperando que eles depois respondam positivamente e que sigam uma estratégia de saber compreender e não saber responder.”

Pedro Amorim vai por um rumo diferente, preferindo mencionar a capacidade que os alunos têm de conciliar diferentes atividades, uma vez que os alunos devem olhar “para o currículo académico e para as atividades extracurriculares como algo a desenvolver”. “Eu acho que isso está bem cimentado, mas, no entanto, tem se de ter muito cuidado, ou seja, escolher com critério”, contrapõe.

“Parece-me que a escolha é de tal forma vasta, que é fácil um estudante saber aquilo que deve ou não fazer”, diz Pedro Amorim.

Apesar da diferença de idades, as opiniões partilhadas pelos dois professores mostra a similaridade dos conselhos transmitidos às fornadas de alunos, que fazem o seu percurso na Faculdade Engenharia da Universidade do Porto. No Dia Nacional do Estudante, as experiências e as memórias servem de espelho ao que é necessário preservar nas cadeiras e corredores das faculdades.

Artigo editado por Rita Neves Costa

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Futebol feminino: “É a hora das mulheres se chegarem à frente” https://jpn.up.pt/2017/03/24/futebol-feminino-hora-das-mulheres-chegarem-frente/ https://jpn.up.pt/2017/03/24/futebol-feminino-hora-das-mulheres-chegarem-frente/#respond Fri, 24 Mar 2017 17:57:41 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313447 Sarai Bareman reconhece o crescimento do futebol feminino mas salienta que há, ainda, muito para fazer. O próximo objetivo passa por duplicar o número de praticantes de 30 para 60 milhões ao nível global.

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“É a hora das mulheres se chegarem à frente”. Quem o diz é Sarai Bareman, diretora da divisão de Futebol Feminino da FIFA. Em entrevista ao JPN, no âmbito do Football Talks, a neozelandesa admitiu que a modalidade está a crescer: “Vemos um maior interesse no futebol feminino e mais praticantes por todo o mundo. O futebol feminino é um novo ‘bolo’. Não necessitamos de retirar uma fatia do ‘bolo’ masculino”.

Sarai nasceu na Nova Zelândia. Filha de mãe samoana e pai holandês, jogou futebol durante 20 anos representando a seleção de Samoa. Foi dirigente da federação de futebol da Samoa e da Oceania. Em 2016 integrou a FIFA para liderar a estreante Divisão de Futebol Feminino, sendo a primeira mulher no cargo.

A desigualdade é transversal

Sarai Bareman reconhece que a desigualdade de género e a discriminação das mulheres “passa por todas as áreas”, desde o relvado até aos cargos de chefia.

A diretora da FIFA diz que “as confederações devem ter mulheres nos cargos de decisão”, salientando o trabalho que tem vindo a ser realizado pela FIFA para combater a desigualdade. Bareman e a FIFA têm um grande objetivo para o futuro: duplicar o número de praticantes em todo o mundo.

Jogadoras de futebol? “Diga-me uma!”

A ex-jogadora de futebol reconhece que o futebol feminino não terá a notoriedade e a adesão do masculino “de um dia para o outro”. Contudo, garante que a vertente feminina “é tão equilibrada” como a masculina.

Falta, contudo, divulgação e adesão por parte dos adeptos do desporto-rei. Com isso podem criar-se mais “Carlis Llyods”. “Se perguntas às pessoas por jogadoras femininas elas têm dificuldades em nomear uma e irão dizer Marta, Carli Lloyd ou talvez Amy Wamback”, desabafou.

A americana Carli Lloyd é atual melhor jogadora do mundo. FOTO: Victor Araiza/Flickr

Nesse sentido, destaca a importância do trabalho de instituições como a BBC para garantirem uma maior cobertura do futebol feminino, dado o impacto que pode advir do aumento das transmissões televisivas. Recorde-se que Barbara Slater, diretora de desporto da BBC, também marcou presença no Football Talks para falar do papel dos media no futebol feminino.

Portugal

Apesar do recente crescimento do futebol femino em território luso, Sarai confessou não ter visto, ainda, nenhum jogo da seleção nacional mas está “muito interessada em ver a seleção portuguesa no europeu”. Quanto a conselhos ao país, Sarai Bareman aconselha a que as entidades responsáveis pelo futebol se foquem “nos clubes e no nível inferior”. “Gostava de saber quantos clubes têm equipas femininas nos vários escalões”, questionou.

Para Francisco Neto, Portugal ainda não está onde quer. FOTO: Ricardo T. Ferreira

Portugal vai disputar uma fase final do Europeu, pela primeira vez, este ano. Francisco Neto, selecionador nacional, destaca ao JPN a evolução da seleção nacional mas lembra não estar no patamar pretendido e que, por isso, há muito que melhorar.

Francisco Neto destaca, também, a aposta da Federação Portuguesa de Futebol.

O futebol feminino foi um dos temas de maior destaque na manhã do segundo dia de Football Talks que terminou esta sexta-feira, no Estoril.

Artigo editado por Filipa Silva

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Duarte Gomes: “Está na altura de tomar decisões a sério” https://jpn.up.pt/2017/03/24/duarte-gomes-esta-na-altura-tomar-decisoes-serio/ https://jpn.up.pt/2017/03/24/duarte-gomes-esta-na-altura-tomar-decisoes-serio/#respond Fri, 24 Mar 2017 15:30:40 +0000 https://jpn.up.pt/?p=313491 Ex-árbitro internacional mostra-se preocupado com o clima de intimidação que se vive em Portugal. Duarte Gomes defende maior policiamento nos jogos e penalizações para quem comete os crimes.

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