JPN – JornalismoPortoNet https://jpn.up.pt Jornal Digital da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, da Universidade do Porto. Fri, 18 Aug 2017 13:08:13 +0000 pt-PT hourly 1 São estudantes, são atletas, são portugueses e vão defender as cores nacionais nas Universíadas a partir deste sábado https://jpn.up.pt/2017/08/18/sao-estudantes-sao-atletas-sao-portugueses-vao-defender-as-cores-nacionais-nas-universiadas-partir-deste-sabado/ https://jpn.up.pt/2017/08/18/sao-estudantes-sao-atletas-sao-portugueses-vao-defender-as-cores-nacionais-nas-universiadas-partir-deste-sabado/#respond Fri, 18 Aug 2017 12:52:32 +0000 https://jpn.up.pt/?p=322035 Mais de 60 estudantes-atletas portugueses vão participar nos "jogos olímpicos" dos estudantes universitários, que este ano decorrem em Taipé. Portugal vai estar representado em 11 modalidades, duas delas coletivas. A U.Porto tem oito estudantes no grupo. Entre eles, Filipa Martins, bronze há dois anos em Gwangju.

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29ª Universíada de Verão, que este sábado arranca em Taipé, é historicamente relevante para Portugal. Afinal, passam 50 anos sobre a conquista da primeira medalha lusa – por Fernando Almada, em 1967, bronze no judo – e 30 sobre o primeiro ‘ouro’ nacional na competição. O feito foi assinado por um histórico da natação: Alexandre Yokochi.

Como Yokochi, outras referências do desporto nacional já foram felizes – e Portugal com eles – nas Universíadas. Só para referir aqueles que foram duplamente felizes, já que conseguiram não uma mas duas medalhas de ouro, há que falar de Nelson Évora, Fernando Pimenta e Sara Moreira.

Em 2017, a vez é de outros, em patamares de experiência menos elevados, mas já com resultados relevantes no panorama nacional.

Ao todo, vão estar 64 atletas portugueses em Taipé distribuídos por 11 modalidades, um número recorde no caso português. O atletismo, como é tradicional, é a modalidade individual com mais inscritos – 11 depois da desistência de Marta Pen Freitas, por lesão -, seguido pelo taekwondo com sete elementos e da ginástica artística com seis. Portugal vai estar também representado na esgrima (4), no judo (4), na natação (3), no badminton (2), no ténis (2) e no golfe (1).

Os estudantes portugueses vão ainda entrar em prova em duas modalidades coletivas: no basquetebol feminino e no voleibol masculino. Ambas as formações vão ser comandadas pelos selecionadores nacionais absolutos destas modalidades: Ricardo Vasconcelos, no caso do basquetebol, e Hugo Silva, no voleibol masculino.

É também nestas modalidades que a Universidade do Porto está mais representada, com Afonso Guerreiro, José Gomes e José Neves no voleibol; Isabel Costa e Joana Cortinhas no basquetebol feminino. A estes juntam-se a atleta do Fluvial Vilacondense Ana Catarina Monteiro (natação) e os ginastas Diogo Romero e Filipa Martins.

Esta última, chega ao Oriente com o estatuto de medalhada em Universíadas. A estudante de Ciências do Desporto, que participou também nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, foi bronze na trave há dois anos em Gwangju.

Joana Cunha, já este ano campeã nacional e europeia universitária de taekwondo, e medalhada de prata nas últimas Universíadas vai ser a porta-estandarte lusa na cerimónia de abertura que tem lugar no Estádio de Taipé, este sábado. A comitiva do taekwondo, quase toda com base na Universidade do Minho, inclui ainda o ex-número 1 mundial da modalidade e também ele medalha de prata em Gwangju, Rui Bragança.

No atletismo, destaque para a presença de Cátia Azevedo, Diogo Ferreira, Francisco Belo e Marta Onofre. Os três primeiros representaram Portugal nos Mundiais de Atletismo de Londres, no início deste mês. Cátia Azevedo, recordista nacional dos 400 metros e campeã nacional universitária da distância, Diogo Ferreira, campeão nacional universitário do salto com vara e Francisco Belo, lançador do martelo e do disco (recordista nacional deste último) não lograram chegar às respetivas finais, mas a obtenção de mínimos para a competição dão nota do seu valor. Já Marta Onofre esteve nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Susana Feitor, histórica da marcha nacional, é a chefe de missão de uma comitiva que integra cerca de 90 elementos.

Por Taipé, vão passar cerca de 9 mil atletas de 22 modalidades. Há 14 obrigatórias, sete opcionais (para a organização) e uma de demonstração. Este ano, será o bilhar.

O voleibol é a primeira modalidade com participação portuguesa a entrar em competição – já este sábado. No domingo, começam os jogos de basquetebol, esgrima, ginástica, judo, natação e taekwondo. As Universíadas de Taipé prolongam-se até dia 30 de agosto.

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Ryanair anuncia plataforma com descontos para estudantes Erasmus https://jpn.up.pt/2017/08/17/ryanair-anuncia-plataforma-descontos-estudantes-erasmus/ https://jpn.up.pt/2017/08/17/ryanair-anuncia-plataforma-descontos-estudantes-erasmus/#respond Thu, 17 Aug 2017 16:32:41 +0000 https://jpn.up.pt/?p=322026 A transportadora abriu esta quinta-feira uma plataforma online na qual os estudantes Erasmus podem obter descontos em alguns voos, além de uma mala grátis no porão.

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A Ryanair anunciou, esta quinta-feira, o lançamento de uma plataforma de reservas de voos exclusivamente dedicada a estudantes Erasmus, membros da rede Erasmus Student Network (ESN).

Nessa plataforma, os estudantes poderão comprar até oito voos (só de ida) com 15% de desconto, tendo ainda a possibilidade de levar uma mala de 15 quilos no porão sem custos. Os benefícios são exclusivos para portadores do cartão da ESN que, no caso português, tem um custo de 10 euros.

A iniciativa resulta de uma parceria assinada entre a Ryanair e a ESN, uma organização não lucrativa, com representação em mais de 30 países, que se dedica ao apoio a estudantes do programa Erasmus.

As duas entidades referem querer promover uma ainda maior mobilidade dos estudantes no espaço europeu.

A transportadora avança ainda, na nota de imprensa enviada às redações, que a parceria contempla ofertas especiais para estudantes através da aplicação móvel e a criação de um novo fórum para que os Eramus possam partilhar dicas, esta última a ser “lançada em breve”.

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Turismo: Quase dois milhões visitam Porto e Norte no primeiro semestre https://jpn.up.pt/2017/08/17/turismo-quase-dois-milhoes-visitam-porto-norte-no-primeiro-semestre/ https://jpn.up.pt/2017/08/17/turismo-quase-dois-milhoes-visitam-porto-norte-no-primeiro-semestre/#respond Thu, 17 Aug 2017 16:04:16 +0000 https://jpn.up.pt/?p=322021 Os números do turismo não param de crescer. Visitas à região do Porto e do Norte aumentam 9% em relação ao ano passado. Turistas vêm sobretudo do Reino Unido, Alemanha, Espanha e França.

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O Porto e Norte receberam 1,9 milhões de turistas durante o primeiro semestre de 2017,  o que representa um crescimento de nove por cento de visitantes em relação ao mesmo período de 2016.

A região recebeu, nos primeiros seis meses do ano, 967 mil turistas nacionais e 905 mil estrangeiros, que despenderam, no total, mais de 185 milhões de euros durante a estadia.

Os dados, divulgados pela Associação do Turismo do Porto e Norte revelam ainda que o rendimento por quarto disponível, uma medida de comparação de rentabilidade entre hotéis, o valor gasto pelos visitantes situa-se nos 37 euros, alcançando uma subida de quase 25 por cento em relação aos dados registados em 2016.

Refira-se, ainda, que pelo Aeroporto Francisco Sá Carneiro passaram quase 2,5 milhões de passageiros, mais 19 por cento do que no período homólogo em 2016. Já o fluxo nos portos marítimos situou-se nos 41 mil. No que se refere à proveniência dos turistas que visitam o Porto e Norte, Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Holanda e Brasil lideram.

Para Filipe Ortigão Guimarães, diretor executivo da Associação de Turismo do Porto e Norte (ATP), “estes dados revelam que o incremento no impacto internacional da região tem sido capitalizado de uma forma positiva, sendo atualmente a escolha consciente de um número cada vez maior de turistas, quer dos que vêm pela primeira vez quer dos que regressam uma segunda ou terceira vez”.

O diretor executivo da ATP acredita ainda, “que os valores registem ainda melhores performances no segundo semestre de 2017, sobretudo devido aos turistas que visitam o Porto e Norte no período de verão”.

Mais de 9 milhões visitaram Portugal 

Relativamente aos resultados nacionais, refira-se que, de janeiro a junho de 2017, Portugal recebeu mais de 9,3 milhões de turistas, um crescimento de 10 por cento relativamente aos primeiros seis meses de 2016. No que se refere à receita proveniente da estadia, o valor supera os mil milhões de euros. Pelos aeroportos e portos marítimos nacionais passaram aproximadamente 12 milhões e 558 mil turistas, respetivamente. Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Holanda e Brasil são os países que mais visitam o país.

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FC Porto suou para vencer em Tondela https://jpn.up.pt/2017/08/14/fc-porto-suou-vencer-tondela/ https://jpn.up.pt/2017/08/14/fc-porto-suou-vencer-tondela/#respond Mon, 14 Aug 2017 14:15:09 +0000 https://jpn.up.pt/?p=322012 O FC Porto deslocou-se a Tondela e venceu a equipa da casa por 1-0. O golo solitário de Aboubakar na primeira parte valeu os três pontos à equipa de Sérgio Conceição. 

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Em jogo a contar para a segunda jornada do campeonato, o FC Porto bateu o Tondela por 1-0, este domingo, com um golo de Aboubakar. A equipa portista teve de transpirar para segurar a vantagem mínima e encosta-se assim aos líderes Sporting e Rio Ave.

Sérgio Conceição apenas promoveu uma alteração no 11 inicial. Face à lesão de Soares na abertura do campeonato, Marega saltou para o 11 inicial. Já Pepa sentou o médio ofensivo Nuno Pedro, que deu lugar ao camisola 28, Wagner, mudando do 4-3-3 da primeira jornada para um 4-4-2.

Domínio inicial portista

O jogo começou com o controlo expectável do FC Porto. O Tondela ia tentando não deixar o adversário construir confortavelmente, pressionando alto com os dois homens da frente.

Aos 10 minutos, primeira situação. Marega fintou o lateral e caiu na área sob a pressão de Ricardo Costa. Fábio Veríssimo não viu contacto do central internacional português, e recorreu ao vídeo-árbitro, que deu razão ao juiz.

O primeiro remate ameaçador à baliza de Cláudio Ramos surgiu à passagem do minuto 22. Corona serpenteou por três jogadores tondelenses, e rematou para a baliza com muito perigo. A bola bateu nas malhas laterais depois de ter desviado ligeiramente em David Bruno. Na sucessão do canto, Marega ainda cabeceou com perigo por cima da barra.

O Tondela ia tentando criar perigo nos contra-ataques e bolas paradas. Na conferência de imprensa antes da partida, Pepa reforçou que a equipa do FC Porto se desequilibrava na perda de bola, e de facto, a sua equipa ia aproveitando os poucos descuidos da equipa portista.

Do lado do Tondela, Murillo provou-se o mais inconformado, rápido a partir da linha esquerda, ia tentando causar estragos na área azul e branca.

Do outro lado, Ricardo Pereira foi-se mostrando em bom plano: muito atento defensivamente ao camisola 77 do Tondela, agressivo e sempre seguro no movimento ofensivo.

Cláudio Ramos resistiu mas cedeu a Aboubakar

A noite caiu em Viseu, e, por momentos, a defesa do Tondela adormeceu. À passagem do minuto 37, Alex Telles remata fraco à entrada da área, a bola sobra para Aboubakar, que remata para defesa inicial de Cláudio Ramos. O guarda-redes do Tondela só não resistiu à recarga do camaronês.

Fábio Veríssimo ainda recorreu ao vídeo-árbitro para verificar a posição do avançado do FC Porto, que se encontrava claramente em jogo. Estava feito o 1-0 e a certeza de que o resultado final já não seria o mesmo nulo que se verificou na época passada.

Aos 40 minutos, Ricardo Pereira serviu Marega que não conseguiu finalizar o remate. Do outro lado, o Tondela também criou perigo mesmo em cima do intervalo. Hélder Tavares rematou à entrada da área, mas a bola saiu ligeiramente ao lado. O FC Porto voltou a sair para o intervalo a vencer por 1-0, à semelhança do que aconteceu na primeira jornada frente ao Estoril.

Missão cumprida

Se na primeira parte, a equipa do Tondela se destacou pela rigidez tática, no segundo tempo, a equipa apresentou-se muito mais solta. Destaque para Danilo que esteve atento ao recuperar bolas de forma rápida, travando os avanços dos beirões.

O FC Porto esteve novamente perto de marcar por Marega, aos 59 minutos. Pouco depois, Aboubakar encontrou espaço à entrada da área e rematou forte. A bola ainda bateu violentamente no poste antes de sair pela linha final.

A vantagem mínima era perigosa para os comandados de Sérgio Conceição. O novo técnico dos azuis e brancos mudou o esquema para três médios, com a entrada de André André para o lugar de Aboubakar.

Nos últimos 15 minutos da partida, o Tondela criou muito perigo e colocou o resultado final em dúvida. Casillas teve de se esforçar para evitar que os tondelenses roubassem os três pontos à equipa portista.

A equipa de Pepa lutou até ao último suspiro da partida e esteve perto do empate diversas vezes. O jogo perdeu o rigor tático à medida que o relógio se ia aproximando do minuto 90.

“Vamos lá para ganhar o jogo”, prometeu Sérgio Conceição na antevisão desta partida. Missão cumprida. O “mar azul” voltou para a cidade Invicta com os três pontos e a ascensão ao topo da tabela. O Tondela sai de cabeça erguida deste jogo, mas ainda sem vencer, descendo ao 14º lugar.

“Espetáculo bonito é quando se ganha”

Em relação à partida, Sérgio Conceição acredita ter sido “uma vitória justa, de um Porto forte que certamente terá algo a dizer neste campeonato”.

O treinador elogiou a agressividade do Tondela, e reforçou a importância da vitória. “São estes jogos que dão campeonatos. Os três pontos de hoje valem o mesmo do que com o Estoril”.

Em relação às dificuldades ao cair do pano, o técnico confessou “ser difícil manter a bola no chão”, contra uma equipa que “faz do jogo direto a sua principal arma”, mas “espetáculo bonito é quando se ganha”.

Em relação ao atraso da equipa à saída para a segunda parte, o treinador fez mea culpa, admitindo que se atrasou nas indicações que queria dar aos seus jogadores. “Se houver multa pago eu”, prometeu.

“Melhores resultados virão”

Pepa também admitiu a justiça do resultado, apesar de elogiar muito a exibição da equipa, “parabéns aos meus jogadores, lutaram até ao fim”.

“Pagamos caro a pouca qualidade para definir em zonas adiantadas”, confessou Pepa, dando também mérito da pressão da equipa portista.

“Melhores resultados virão”, rematou Pepa em relação ao futuro da sua equipa.

Artigo editado por Filipa Silva

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Estreia no Bessa não rendeu pontos. “Sem stress”, diz Miguel Leal https://jpn.up.pt/2017/08/13/boavista-continua-sem-saber-pontuar/ https://jpn.up.pt/2017/08/13/boavista-continua-sem-saber-pontuar/#respond Sun, 13 Aug 2017 10:13:00 +0000 https://jpn.up.pt/?p=321981 Ainda não foi desta que o Boavista conquistou pontos na Liga NOS. Os axadrezados perderam frente ao Rio Ave por 2-1.

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O Boavista, com apenas uma alteração no onze inicial (saiu Mateus, entrou Carraça), procurava ser feliz no regresso ao Bessa. O Rio Ave, que apresentou o mesmo onze que bateu o Belenenses na primeira jornada, não deixou que as Panteras cumprissem o seu desejo.

Poucas ideias, muitas faltas

A partida começou com um futebol pouco esclarecido, muito físico, com muitas faltas. Assim foi o início da partida, com as marcações muito fechadas por parte das duas equipas.

As 4053 pessoas que se deslocaram ao Estádio do Bessa Século XXI viram o jogo mudar de figura quando, a partir do meio da primeira parte, o Boavista começou a optar por subir no terreno quando não tinha a bola, para pressionar a construção de jogo do Rio Ave e colocar mais intensidade no jogo. O Boavista começou a crescer, mas teve muitas dificuldades para criar perigo no último terço do terreno de jogo.

Completamente contra a corrente de jogo e sem que nenhuma das equipas tivesse criado anteriormente jogadas de muito perigo: foi nesta conjuntura que surgiu o primeiro golo do Rio Ave. No seguimento de um livre bem batido por Yuri Ribeiro, Guedes finaliza e coloca os vila-condenses na frente do marcador à passagem do minuto 29.

Domínio vilacondense

Depois do golo, o Rio Ave passou a controlar a partida. A equipa de Miguel Cardoso procurou sempre manter a posse de bola e afirmar assim o seu domínio. O Boavista não conseguiu responder ao golo sofrido, até porque a bola raramente saía da posse da equipa adversária.

Assim começou também a segunda parte: um Rio Ave dominador contra um Boavista adormecido. Ao minuto 49, Rúben Ribeiro podia até ter aumentado a vantagem dos visitantes, mas o extremo português não conseguiu responder da melhor forma ao cruzamento de Guedes.

Miguel Leal analisou a partida e decidiu fazer entrar Mateus e Tahar. Esta alteração acabaria ser crucial no desenrolar da partida. O Boavista voltou a subir as linhas para evitar que o Rio Ave construísse o seu jogo a partir da defesa, sempre com a preocupação de não deixar Geraldes ter a bola em sua posse. Com esta alteração, os vila-condenses deixaram de conseguir sair a jogar e os axadrezados iam novamente crescendo cada vez mais na partida.

Panteras de volta ao jogo

Este crescimento acabaria por levar ao golo do empate. Ao minuto 76, Rochinha surge completamente isolado à entrada da área depois de um alívio de Henrique e faz o empate. O médio português marcou o seu segundo golo na Liga NOS.

Depois do empate, o Boavista não se mostrou satisfeito. Continuou muito subido no terreno, a procurar o segundo golo que fizesse com que os três pontos ficassem no Bessa. No entanto, e mais uma vez numa altura em que nada o fazia prever, o Rio Ave coloca-se na frente do marcador.

Os axadrezados, descompensados defensivamente, foram apanhados de surpresa pela arrancada de Gabrielzinho, numa jogada que acabou no golo do recém-entrado Pedro Moreira. A opção pelo ex-jogador do Boavista – que recusou festejar o golo por respeito aos adeptos da casa –  acabou por ser a melhor decisão da noite de Miguel Cardoso. O treinador do Rio Ave ia fazer entrar Nuno Santos. À última, optou por colocar Pedro Moreira em campo. Esta decisão, que em nada agradou a Nuno Santos, acabou por valer três pontos à equipa de Vila do Conde.

Cássio foi herói

Tudo indicava que o jogo estava resolvido. O tempo era pouco e o Boavista não parecia capaz de mudar o resultado. Mas, ao cair do pano, Rúben Ribeiro derruba Vítor Bruno e Luís Ferreira aponta para a marca de grande penalidade. Grande festa no Bessa com a decisão da equipa de arbitragem. Leonardo Ruiz assumiu a marcação do pontapé de grande penalidade. No momento decisivo, Cássio não deixou que Ruiz fosse o herói. O guarda-redes, que festejava o seu 34º aniversário, acabou por dar uma prenda aos adeptos vila-condenses: os três pontos. O Rio Ave saiu do Bessa em primeiro lugar, com os mesmos pontos que o Sporting. Já o Boavista continua sem qualquer ponto na Liga NOS.

“Sem stress”

No final do jogo, Miguel Leal defende que o jogo “foi sempre renhido, foi sempre equilibrado”. O técnico dos axadrezados acabou por aproveitar a flash inteview para tranquilizar os adeptos do Boavista, dizendo que as suas equipas “normalmente fazem um campeonato tranquilo e desta não será diferente. Vamos jogar muito melhor, vamos fazer muitos mais pontos e vamos alcançar os nossos objetivos tranquilamente”. “Sem stress”, foi repetindo ao longo da entrevista.

“Fomos claramente a melhor equipa em campo”

Miguel Cardoso considerou que a vitória foi “mais que justa” tendo em conta que a sua equipa foi “claramente a melhor em campo”. O treinador do Rio Ave queixou-se ainda do futebol praticado pela equipa do Bessa: “Quisemos sempre jogar futebol positivo, mas neste contexto é difícil”.

Na próxima jornada, o Boavista vai à Madeira defrontar o Marítimo. Já o Rio Ave recebe o Portimonense.

Artigo editado por Filipa Silva

 

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Dragão inspirado arranca campeonato com goleada https://jpn.up.pt/2017/08/10/dragao-inspirado-arranca-campeonato-goleada/ https://jpn.up.pt/2017/08/10/dragao-inspirado-arranca-campeonato-goleada/#respond Thu, 10 Aug 2017 12:28:33 +0000 https://jpn.up.pt/?p=321978 O Futebol Clube do Porto abriu o campeonato com uma goleada expressiva por 4-0 frente ao Estoril Praia. Marega (2), Marcano e Brahimi foram os autores dos golos da equipa portista.

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O FC Porto recebeu e goleou o Estoril por 4-0, esta quarta-feira, no arranque do campeonato. Num fim de tarde quente na cidade invicta, Marega saiu do banco para ser decisivo, e foi autor de dois golos.

O onze do Porto não apresentou surpresas. Aboubakar e Ricardo Pereira, ambos emprestados na época passada, saltaram diretamente para a titularidade da equipa escolhida por Sérgio Conceição. Pedro Emanuel apenas não pôde contar com Fernando Fonseca, jogador emprestado pelos azuis e brancos à equipa do Estoril.

O calor de agosto não afastou os portistas que encheram o Dragão para a abertura da nova temporada, e as oportunidades não tardaram a surgir. À passagem do segundo minuto da partida, Corona roubou a bola ao lateral Joel Ferreira e cruzou para Aboubakar, que não conseguiu finalizar.

Aos 15 minutos foi anulado o primeiro de três golos ao Porto na primeira parte. Quer por falta, quer por fora de jogo, o árbitro Hugo Miguel invalidou corretamente três tentos certeiros às redes defendidas por Moreira, ao longo da partida.

A equipa da Linha demorou a entrar no jogo e só criou perigo ao minuto 20. André Claro deixou Ricardo Pereira para trás e rematou sem ângulo. A bola ainda bateu na parte superior da barra antes de sair para pontapé de baliza.

O FC Porto mostrava que queria vencer a partida, a pressão constante dos dois avançados da equipa azul e branca não permitia ao Estoril construir, recorrendo várias vezes ao passe longo do guarda-redes.

Brahimi e Óliver iam fazendo valer o bilhete dos espectadores. Criatividade, visão e combinações habilidosas foram as palavras de ordem para o número 8 e 10 do Porto. Brahimi marcou um, e Óliver fez dois passes para golo.

Várias oportunidades surgiram para os comandados de Sérgio Conceição, que se iam mostrando muito perdulários no último terço. Aboubakar não esteve em grande plano no que diz respeito à finalização, apesar de uma exibição esforçada do camaronês.

À passagem do minuto 30, Soares caiu no relvado com queixas na coxa. Envolto em lágrimas,  Tiquinho deu lugar a Marega e o impacto foi imediato. Apenas 5 minutos depois, estava inaugurado o marcador. Manu fez um passe demasiado curto para Moreira, e Marega aproveitou a oferta, rematando para o fundo das redes sem oposição.

Do lado da equipa do Estoril, a nova contratação Lucas Evangelista e o médio ofensivo Carlinhos foram os que se apresentaram em melhor plano. O camisola 76 tentou assumir o jogo e não teve problemas em recuar no terreno para ajudar a equipa no movimento defensivo.

Show de Marega e a eficácia do vídeo-árbitro

O Estoril entrou para a segunda parte mais solto, tentando correr atrás do prejuízo. Mas os esforços da equipa de Pedro Emanuel rapidamente se goraram. Brahimi bailou pela ala esquerda, a bola sobrou-lhe num ressalto dentro da área e rematou colocado para o fundo das redes.

A equipa da capital quebrou e o Porto não tardou a fazer o terceiro. Aos 62 minutos, Óliver descobriu a cabeça de Marega que bisou na partida. Exibição inspirada do maliano que se apresentou em grande nível durante toda a partida. Correu, serviu Aboubakar diversas vezes e foi uma constante dor de cabeça para a defesa canarinha.

A equipa do Estoril ia mostrando sinais de vida e Casillas teve de se esforçar para manter a clean sheet.

A 20 minutos do fim, Óliver bateu um livre para o segundo poste e encontrou a cabeça de Marcano, que colocou a bola novamente no fundo da baliza do Estoril. O golo foi inicialmente anulado por fora de jogo, mas o árbitro Hugo Miguel recorreu ao vídeo-árbitro, que validou o golo marcado pelo espanhol.

Com a vitória assegurada, os dragões relaxaram e o Estoril voltou a ameaçar por várias vezes, valendo as intervenções do guardião portista. Ainda deu tempo para Aboubakar voltar a falhar o golo por duas ocasiões e Brahimi esteve muito perto de fazer o bis.

O FC Porto mostrou-se bastante forte neste arranque de campeonato. A manutenção de quase todas as peças do plantel favorecem a equipa comandada por Sérgio Conceição. Os jogadores parecem ter assimilado rapidamente as ideias do treinador português e a boa forma da pré-época traduziu-se numa vitória clara da equipa portista frente a um Estoril incapaz de impôr o seu melhor futebol.

“É uma vitória justa”

Na conferência de imprensa, o treinador dos dragões admitiu que a estreia no dragão “foi um momento emocional”. Em relação ao jogo, Sérgio Conceição fez uma análise muito positiva, “entramos fortes na partida, com muita intensidade”.

O novo treinador do FC Porto espera “não perder ninguém” até ao fecho do mercado, e confirma a confiança no plantel que tem à disposição, “o grupo é fantástico e estamos todos no mesmo barco, a remar para o mesmo lado”.

Sérgio Conceição aproveitou para agradecer “ao mar azul” que se viu no Estádio do Dragão e confirmou que serão feitos exames médicos a Soares para avaliar a gravidada da lesão do ponta de lança.

“Não conseguimos ser competitivos”

Também Pedro Emanuel confirmou que o resultado foi justo, e que a equipa “ficou aquém” do que consegue fazer. O treinador do Estoril acredita que os seus jogadores “estavam preparados para a estratégia do Porto”, mas foram incapazes de ter “capacidade de sofrimento”.

O técnico elogiou a boa entrada na segunda parte, mas “os dois golos de rajada” quebraram o ânimo da equipa.

O treinador português realçou que o plantel sofreu “algumas mudanças” e ainda está “a formatar o modelo de jogo”, e prometeu que a equipa “vai à luta” para disputar os objetivos do clube para a temporada.

O FC Porto volta a entrar em campo este domingo, em Tondela. Já o Estoril, recebe na próxima segunda o Vitória de Guimarães.

Texto editado por Filipa Silva

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Panteras sucumbem ao calor de Portimão https://jpn.up.pt/2017/08/08/panteras-sucumbem-ao-calor-portimao/ Tue, 08 Aug 2017 01:12:42 +0000 https://jpn.up.pt/?p=321962 Um Boavista com quatro caras novas no 11 inícial não conseguiu bater os campeões em título da Segunda Liga, num jogo que as Panteras estiveram a vencer durante meia-hora.

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O Boavista entrou mal na Liga NOS. A equipa do Bessa foi a Portimão perder por 2-1 contra um provável rival direto na luta pela manutenção: o Portimonense. A equipa algarvia apresentou-se com a mesma estrutura da época anterior. Apenas dois reforços marcaram presença no 11 inicial: Rúben Fernandes e Wellington Carvalho. Na frente do ataque, Vítor Oliveira não pôde contar com o melhor marcador da época passada: Pires. A opção passou pela adaptação de Fabrício à posição.

O jogo começou mal para as Panteras, que encontraram um Portimonense aguerrido, focado em não se deixar passar por pequeno, apesar da menor experiência no principal escalão do futebol português. Destaque para Ricardo Pessoa como um dos principais obreiros da boa entrada dos algarvios no jogo.

A partir do minuto 15 começa a aparecer mais Boavista na partida. O fôlego do Portimonense foi desaparecendo num jogo que até então não havia tido nenhuma oportunidade clara de golo.

O primeiro momento de perigo chegaria ao minuto 19. Depois de uma boa ação ofensiva de Tabata, Paulinho rematou forte de pé esquerdo contra as malhas laterais de Vagner, guarda-redes do Boavista. O estádio chegou a gritar golo.

Na resposta, um grande trabalho de Rochinha, um jogador que não teve muito tempo de jogo a época passada, acabou no golo do Boavista. Estava inaugurado o marcador. Há alguma culpa de Pedro Sá no golo. O jogador do Portimonense abordou o lance de forma incorreta, talvez pelo medo de fazer penalti. 1-0 para o Boavista à passagem do minuto 22.

O Portimonense acusou o golo sofrido, mostrando menor confiança e quebras na organização de jogo. Do outro lado o Boavista foi crescendo e controlando a partida. Ao minuto 29, Leonardo podia ter dilatado a vantagem, mas o remate saiu mal ao avançado do Boavista.

Até ao intervalo as Panteras foram acalmando o jogo, fechando os espaços a um Portimonense adormecido. Ao minuto 44, um escorregão de Wellington quase fez com que o Boavista fizesse o segundo golo. Valeu a ação defensiva de Paulinho.

O Boavista entrou na segunda parte mais pressionante, por forma a evitar os processos de construção de jogo do adversário. Mas com a segunda parte voltou o Portimonense do arranque da partida. O intervalo fez bem aos algarvios, que acabaram o chegar ao golo à passagem do minuto 54.

O reforço Rúben Fernandes aproveitou a confusão na área no seguimento de um canto e igualou a partida para a equipa da casa. Um lance que foi revisto pelo vídeo-árbitro devido a dúvidas quanto à existência ou não de fora de jogo aquando do golo. O golo foi validado.

O Portimonense continuou por cima, confirmando que a boa entrada na segunda parte veio para ficar. Do lado do Boavista, é merecedora de realce mais uma grande jogada protagonizada por Rochinha, ao minuto 61.

Com o avançar do cronómetro nesta tarde de calor em Portimão, o jogo foi perdendo interesse. Talvez por culpa do desgaste, talvez por ser a primeira jornada do campeonato e os processos ainda não estarem assimilados nas equipas, o jogo passou a ser disputado quase exclusivamente no meio-campo, com muitos passes falhados.

Nesta altura os jogadores iam aproveitando as paragens no jogo para beber água e tentar refrescar as ideias. No jogo faltava exatamente isso: ideias.

Foi neste deserto de ideias, numa altura sem oportunidades claras de golo para nenhuma das equipas, que o Portimonense se colocou em vantagem no jogo. Uma arrancada de Manafá seguida de um bom remate de Tabata fez com que os algarvios completassem a reviravolta ao minuto 85.

A equipa do Bessa só conseguiu responder ao golo sofrido de forma concreta numa jogada em que Nuno Henrique foi apanhado em fora de jogo. Terminou a partida com a festa do Portimonense que regressou da melhor forma ao principal escalão. O Boavista viu fugir três pontos.

No final do jogo, Miguel Leal explicou a derrota dizendo que o Portimonense “tem mais entrosamento” do que a sua equipa neste momento. “Nós, aqui e ali, sem grande serenidade, sem grande entrosamento e sem qualidade, fomos facilitando a tarefa ao adversário. Mas estou satisfeito com o trabalho dos atletas. Este foi apenas o primeiro jogo, temos pela frente uma grande corrida, um campeonato longo”, refletiu o técnico do Boavista.

Vítor Oliveira entende que a vitória da sua equipa “é justa”. O treinador do Portimonense defendeu ainda que a sua equipa foi superior “nos dois tempos” . “No primeiro, fomos surpreendidos por um golo do adversário, que pouco tinha feito para justificá-lo. Na segunda parte, subimos as linhas, fomos pressionantes e controlámos esses 45 minutos. Acabámos por chegar à vitória, com toda a justiça”.

Na próxima jornada o Boavista recebe o Rio Ave e a equipa de Portimão vai visitar o Sporting Clube de Braga.

Artigo editado por Filipa Silva

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Europeu Universitário: Ouro reservado para Kuban e Montpellier https://jpn.up.pt/2017/07/30/ouro-kuban-montpellier/ Sun, 30 Jul 2017 21:30:53 +0000 https://jpn.up.pt/?p=321893 Chegou ao fim a 12ª edição do Europeu Universitário de Futebol, disputado no Grande Porto. As equipas de Kuban e Montpellier conquistaram esta tarde o troféu no Parque Desportivo de Ramalde.

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Em solo nacional, as equipas lusas deixaram escapar as medalhas. As instituições do Porto e de Évora atingiram o quinto posto nos quadros feminino e masculino. Dentro das formações portuenses, a Universidade Católica garantiu o sétimo lugar e o Politécnico marcou a sua estreia com a oitava posição.

Destaque para as equipas francesas: quatro nas meias-finais, duas a lutar pelo título e uma vencedora no quadro feminino. Montpellier leva o troféu para casa após uma vitória diante das espanholas de Valência, enquanto a instituição de Kuban se superiorizou à congénere gaulesa de Lille.

Campeões nacionais com a melhor performance portuguesa

Católica e Évora fecharam a competição no top-8, depois de terem perdido nos quartos-de-final contra Noruega e Lille, respetivamente. Os portuenses sofreram uma derrota por 3-1, ao passo que os alentejanos perderam pelos mesmos números, mas no desempate por grandes penalidades. Afastados da discussão das medalhas, a Universidade de Évora registou vitórias frente a Basileia (2-1) e Bochum (1-1, 5-3 nos penáltis), para fechar no quinto lugar. Já a Católica perdeu com os germânicos (4-1), mas segurou a sétima melhor marca, em virtude da desistência dos helvéticos de Basileia.

Afastada as eliminatórias finais, a Universidade do Minho venceu os finlandeses do Jyvaskyla (2-1) e consentiu desaires perante as instituições de Timisoara (3-0) e Balikesir (1-0). Ou seja, os campeões europeus dos Jogos Universitários de 2016 encerram a participação no 12º posto. No topo da variante masculina, russos e franceses discutiram a medalha de ouro. Kuban venceu a formação de Lille no prolongamento, muito por culpa do guarda-redes francês Ulric Cremers. Após empate a uma bola nos 90 minutos, Oleg Pravilo bisou a cinco minutos do final do tempo extra. O terceiro lugar ficou para outra equipa gaulesa: Bordéus, que goleou (6-0) a instituição norueguesa.

Mal menor para a Universidade do Porto

No quadro feminino, Universidade do Porto (UP) e Instituto Politécnico (IPP) não resistiram aos quartos-de-final. Ambas sofreram goleadas: 4-0 perante Toulouse III – Paul Sabatier e Valência, respetivamente. Remetidas à luta entre o quinto e o oitavo lugares, as duas formações portuenses defrontaram-se em Leça da Palmeira, tendo a UP vencido por 5-3.

No último dia de competição, a Universidade do Porto bateu a instituição Técnica de Munique nos penáltis (2-1), após uma igualdade a duas bolas no tempo regulamentar. Desta forma, assegurou o quinto posto do quadro das mulheres, não conseguindo defender o título alcançado há dois anos em Osijek, na Croácia. Já o IPP perdeu pela margem mínima (3-2) frente à escola económica norueguesa e pautou a estreia no Europeu Universitário de futebol com o oitavo lugar.

Voltando à luta pelas medalhas, as universidades de Valência e Montpellier discutiram este domingo a final em Ramalde. As gaulesas, galvanizadas pelo instinto matador de Marie-Charlotte Leger – doze golos em quatro jogos – não vacilaram e derrotaram a equipa espanhola por 7-1. Foi o primeiro título da categoria conquistado pela formação do sul de França. Toulouse encerrou o pódio, ao bater (4-2) a Sibéria no jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares.

Invasão francesa na atribuição dos prémios

Além das quatro equipas gaulesas presentes nos pódios masculino e feminino do torneio, as comitivas francesas dominaram os prémios individuais. As campeãs de Montpellier juntaram ao ouro as distinções de melhor marcadora da competição (Marie-Charlotte Leger, com 12 golos em quatro encontros) e de melhor guarda-redes (Noemie Cuberes). Ainda na secção feminina, a Universidade de Innsbruck e a Norwegian School of Economics não vão de mão a abanar e erguem o prémio fair-play. A melhor jogadora da competição foi Veronika Capoccia, da Universidade Técnica de Munique.

Do lado dos homens, muito graças à exibição na final, Ulric Cremers (Universidade de Lille) agarra o prémio de melhor guarda-redes. Ainda por terras gaulesas ficará a distinção de melhor marcador, para Bastien Palengat (Universidade de Bordéus), com cinco tiros certeiros. A Andaluzia ainda terá motivos de orgulho: a turma de Almería arrecadou os prémios de fair-play e de melhor jogador do torneio.

Nota da Redação: Por motivos técnicos, não foi possível realizar o acompanhamento ao minuto da final entre as universidades de Kuban e Bordéus. Por isso, pedimos desculpa aos nossos leitores.

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Ao minuto: Valência 1-7 Montpellier (resultado final) https://jpn.up.pt/2017/07/30/ao-minuto-valencia-montpellier/ Sun, 30 Jul 2017 13:28:03 +0000 https://jpn.up.pt/?p=321885 Tarde de decisões em Ramalde. As universidades de Valência e Montpellier discutem o título do quadro feminino do Europeu Universitário de futebol. Acompanhe o jogo ao minuto no JPN.

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No Europeu Universitário, a bola também rola fora das quatro linhas https://jpn.up.pt/2017/07/29/no-europeu-universitario-a-bola-tambem-rola-fora-das-quatro-linhas/ Sat, 29 Jul 2017 11:00:32 +0000 https://jpn.up.pt/?p=321868 É natural que os jogadores fiquem sujeitos aos holofotes da fama. Menos percetível é o trabalho que está por detrás dos relvados. Viagem sonora ao lado B do Campeonato Europeu Universitário de futebol.

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Os olhos focados no verdejante relvado escondem as atenções viradas para o trabalho executado fora do palco principal. À semelhança de outros desportos, os feitos não ficam apenas do lado dos atletas. Adeptos, árbitros e toda a logística também contribuem para o espetáculo proporcionado dentro do 12º Campeonato Europeu Universitário de futebol.

A azáfama instala-se muito antes do jogo começar. São voluntários num vaivém, sempre com mil e uma tarefas listadas na mente. Nada pode ser descurado pela organização, por mais ínfimo pormenor que seja. O evento passa por cinco recintos, distribuídos por Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia. As bancadas não têm lugares marcados, mas contam com pluralidade de nascenças e são pinceladas pelos mais variados motivos. Tudo por um objetivo comum: ver a bola rolar.

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